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Cidades do RS têm dificuldade para atender população, diz estudo
Um levantamento do Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais (InPro) a pedido da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), revelou os principais fatores que dificultam a administração pública nos municípios gaúchos. Ao todo, 197 prefeitos e 19 vices responderam um questionário com 67 perguntas. O resultado mostrou que a maioria dos municípios gaúchos não tem condições de atender as necessidades da população.
Dois meses depois da tragédia que matou 241 pessoas na boate Kiss, em Santa Maria, 60,3% dos gestores do Rio Grande do Sul declaram não ter condições de fiscalizar as casas noturnas e 32,8% afirmam que precisam de apoio para criar uma estrutura municipal que permita maior rigor na fiscalização de ambientes de lazer.
Segundo o coordenador do estudo e presidente do InPro, Benedito Tadeu César, a pesquisa é um retrato da realidade das prefeituras dos municípios de pequeno e médio porte. Para 92% dos entrevistados, a prefeitura precisa de recursos financeiras externos para enfrentar os problemas locais.
A saúde foi a mais citada entre as principais demandas dos municípios do estado. Nove em cada 10 prefeitos alega que o setor é o que apresenta mais problemas. O saneamento básico, o asfaltamento de estradas e a baixa arrecadação financeira também foram citados.
A competição eleitoral também é um grande problema dos prefeitos gaúchos. Cerca de 52% dos entrevistados garantem ter enfrentado esta dificuldade no ano passado. Três em cada 10 gestores afirmam que a rivalidade afetou na transição do governo. Em 14% dos municípios, a rivalidade impediu o processo de transição de poder.
A pesquisa, realizada entre os dias 6 e 8 de fevereiro, totaliza uma amostra de 43% das cidades do Rio Grande do Sul.
Fonte - G1/RS
Autor
lccomunic
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