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Estante Querência
O incentivo à leitura se tornou nesses últimos tempos um desafio enorme. A Estante Querência terá o objetivo de
romper esse desafio e apresentar, semanalmente, uma peça literária, indicando-o ,e,
buscando incentivar aos nossos jovens à leitura, e principalmente, conhecerem esse mundo de uma maneira mais prática, como se fosse um ponto de partida,
fazendo brotar o gosto pela leitura .
Semana I 23/04/2012- Dia Mundial do Livro
Indo ao encontro do Dia Mundial do Livro, aqui esta uma obra que tem no contexto, os anos dourados de ‘Hitler’, em uma Alemanha Nazista. A história de uma época dolorosa chama a atenção, quando se percebe quanto o cenário da Segunda Guerra Mundial pode ser envolvente em termos literários. A Menina que Roubava Livros é uma obra narrada pela ‘morte’, com toda sensibilidade e suavidade que uma narração possa ter. A simplicidade humana toma conta desse romance do inicio ao fim. Em tempos de miséria, em tempos de tortura, em tempos de frio.
Um livro com ironias devastadoras, que se torna tão encantador pela visão oferecida daqueles anos fúnebres. Com certeza, vale a pena cada capítulo.
- Carelisa Stoffel
Livro: A Menina que Roubava Livros
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrínseca
Páginas: 482
Tipologia: Literatura Estrangeira - Romance
Ano de Lançamento: 2007
Sites para adquirir: Submarino /Livraria Saraiva / Lojas Americanas
Sinopse: Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.
OTrecho
“Apesar de ser pele e osso, e pálida, a menina sentia-se gigantesca entre a garotada nanica, e, muitas vezes, desejava empalidecer atpe sumir por completo,”
-Markus Zusak
Autor
lccomunic
Em: 01/05/2012, 21:00

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