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Votação do Código Florestal é adiada novamente após bate-boca
Teve confusão e bate-boca à noite no Congresso. Ninguém conseguia se entender na votação do novo Código Florestal. Depois de tanta negociação, o texto desagradou a todos. A votação, mais uma vez, foi adiada.
A sessão foi muito tumultuada, inclusive com troca de insultos. O governo viu que não teria maioria para aprovar o Código Florestal e preferiu sair de cena. Acabou recuando e deixou a votação para semana que vem.
Já era meia-noite quando veio a dúvida: votar ou adiar de novo? O motivo da confusão era uma desconfiança: o texto combinado para ser votado estava diferente. “Demorou mais de 12 horas para chegar aqui ao plenário e, quando chegou, chegaram duas versões diferentes”, disse o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ).
“Se a ex-senadora Marina Silva postasse no seu Twitter que eu fraudei o texto. Quem fraudou o contrabando de madeira foi o marido de Marina Silva, defendido por mim nessa casa”, rebateu o relator do projeto, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-PE).
O deputado Aldo Rebelo se defendeu. Disse que foi tudo acertado com os líderes dos partidos. “Se o texto que foi apresentado não correspondeu à expectativa de todos os parlamentares, foi o texto submetido aos líderes que estavam na liderança do governo: do líder Vaccarezza, do líder Henrique e Eduardo Alves”, declarou.
O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), afirmou que não sabia das alterações. “Essas modificações tiveram conhecimento de alguns líderes, e eu não tive o conhecimento desse líder. E isso não me obriga a votar algo que eu não tive conhecimento, senhor presidente”, comentou.
O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), negou mudanças de última hora. Mas depois de tanta confusão, percebeu que não havia mais clima para votar. “Nós poderíamos, se continuasse a votação, permitir que o texto fosse desfigurado, que o texto final fosse diferente, muito diferente do relatório. Fosse o contrario do relatório”, afirmou.
Parte dessa confusão que se viu no plenário foi por causa de um comentário que a ex-senadora Marina Silva postou no Twitter dizendo que o relator Aldo Rebelo tinha apresentado na última hora um novo texto, com pegadinhas, minutos antes da votação. Aldo reagiu e atacou o marido de Marina, que no ano passado foi citado em reportagens por suposto envolvimento em fraudes no Ibama. O clima anda tenso em torno desse assunto.
Autor
lccomunic
Em: 11/05/2011, 21:00

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