Rádio
Nenhum programa no ar
Tardes quentes, tempo úmido e chance para chuva forte: veja como será o clima em agosto no RS
Agosto começa nesta sexta-feira (1º) com retorno da instabilidade e com previsão de um final de semana com chuva pelo Rio Grande do Sul, após a passagem de uma nova frente fria. No entanto, apesar desse início mais chuvoso, a tendência é que o mês termine com índices e características próximos da normalidade.
Neste ano, conforme a Climatempo, o mês contará com maior quantidade de tardes quentes e com maior entrada de umidade. Além disso, o Estado ficará mais sujeito à chuva forte.
Daniel Caetano, meteorologista da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), relembra que, assim como observado nos últimos três meses, o Estado encontra-se sob condição de neutralidade, sem a influência de eventos como La Ninã e El Niño.
Essa configuração contribui para que os valores de chuva e temperatura fiquem próximos ao que se espera para essa época do ano. Também facilita para que outros fatores globais de larga escala se sobressaiam, como as massas de ar e as frentes frias.
Tardes mais quentes
A temperatura média para o mês de agosto costuma girar entre 14ºC e 18°C. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), este ano, os índices devem ficar um pouco acima do esperado para a época. A maior parte do Estado pode observar uma elevação de 0,2°C a 0,4ºC nos termômetros.
O maior aumento para o período é esperado entre o Noroeste e o Norte. Nessa porção, a temperatura mínima média varia entre 12ºC e 14ºC, enquanto a máxima, entre 23ºC e 25ºC. No período que se inicia, a elevação pode chegar a 1ºC acima da Normal Climatológica.
Agosto ainda está no limiar do inverno, então, conforme Caetano, não são descartados períodos de frio mais intenso. No entanto, ao final do mês, já é possível observar características mais semelhantes à primavera, com aumento da incidência solar.
Nesse sentido, a Climatempo destaca que é esperado uma elevação natural dos termômetros e uma maior quantidade de tardes quentes quando comparado à julho e à junho.
Mês úmido, mas não necessariamente chuvoso
Com relação à chuva, Inmet aponta que são previstos acumulados próximos à média histórica, que gira em torno dos 100 e 140 milímetros em grande parte do Estado. Na Fronteira Oeste, os volumes históricos são menores, com cerca de 60 a 80 milímetros.
Neste ano, o órgão federal estima que áreas pontuais do Noroeste podem somar cerca de 50 milímetros acima do esperado. Ou seja, podem se aproximar de 150 a 190 milímetros.
Já na interpretação do meteorologista da UFSM, a precipitação deve ficar levemente abaixo da média, assim como foi observado no mês anterior. Outro ponto é que a chuva deve apresentar comportamento irregular, em que a frequência e a intensidade dos episódios podem variar bastante.
— O que a gente está prevendo são episódios de chuva de maneira irregular: alguns eventos de chuva intensa e outros dias de menos chuva. Os modelos indicam uma condição parecida com o que ocorreu em julho — diz Caetano.
A Climatempo adiciona que uma particularidade deste ano será a formação de canais de umidade entre o norte e o sul do país, que vão trazer ar quente e úmido para a região. O período, portanto, tende a ter mais umidade do que o habitual em grande parte do sul do Brasil.
Segundo a Climatempo, há a previsão de passagem de, pelo menos, três frentes frias pela região sul do Brasil, com potencial para formação de temporais. Duas são esperadas na primeira quinzena. A empresa especializada em meteorologia pontua que o Rio Grande do Sul deve ficar mais sujeito à chuva forte ao longo do mês.
Há previsão de novos ciclones extratropicais?
No fim de julho, a formação de um ciclone extratropical próximo à costa gaúcha impulsionou vento forte e causou transtornos. Daniel Caetano destaca que esses fenômenos não são raros em agosto. Mas, para se ter certeza de quando poderá ocorrer a formação e quais serão as influências no território gaúcho, é preciso analisar a previsão do tempo de curto prazo.
— O mês de agosto ainda é um mês de formação de ciclones, então não descartamos ocorrência de ciclogénese. Mas, quando irá ocorrer a gente só consegue saber na previsão diária, no dia a dia.
A Climatempo estima que antes do fim da primeira quinzena, uma frente fria deve passar sobre o Estado associada a um ciclone extratropical. A projeção inicial é de que o sistema se forme em alto-mar e não tenha impacto relevante no Rio Grande do Sul.
Fonte: GZH
Autor
Maira kempf
Em: 01/08/2025, 04:48

No entanto, não há registros de negligência aos cuidados da criança por conta do pai, na qual tinha a guarda da mesma

Incêndio ocorreu no início da manhã desta quinta-feira.

Claudia Kauani Basso Pommer estava sozinha em casa quando as chamas começaram; investigação apura circunstâncias do incêndio

Perícia vai apurar as causas do fogo em residência na saída para Inhacorá; criança morava com o pai

Lideranças municipais e Secretaria de Educação contestam fala do político, classificando-a como "irresponsável" e desconectada da realidade local.

Lorena Alves Batista morreu na manhã deste sábado, causa da morte não foi informada.

Ex presidente continua internado na UTI do hospital DF STAR em Brasília.

Manhãs mais frescas e tardes quentes prometem amplitude térmica significativa no Noroeste do Rio Grande do Sul

Festival nativista ocorrerá de 23 a 31 de maio e contará com diversas atrações culturais, musicais e gastronômicas

Detido em Brasília, Jair Bolsonaro apresentou mal-estar na cela e foi transferido para unidade hospitalar nesta sexta-feira (13)

Tiago Benhur Flores Pereira, que acumulava mais de 150 anos de pena e integrava a lista da Interpol, foi capturado em uma operação conjunta após um ano de monitoramento.
