Rádio
Nenhum programa no ar
Polícia indicia padrasto por tortura, estupro e assassinato de bebê de 1 ano em Porto Alegre
A Polícia Civil indiciou por tortura, estupro e homicídio o padrasto de um bebê de 1 ano em Porto Alegre. O crime aconteceu em 5 de fevereiro e foi descoberto após a menina ser levada pela família até um hospital da cidade, onde recebeu atendimento, mas morreu por causa dos ferimentos. O homem, que tem 22 anos, está preso preventivamente.
De acordo com a Polícia Civil, os crimes têm quatro qualificadores: motivo torpe, meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima e por terem sido cometidos contra uma pessoa com menos de 14 anos.
"A criança deu entrada no hospital e veio a falecer, infelizmente, com um quadro vários hematomas pelo corpo, lesões cerebrais e também uma lesão anal de grande monta. Nós não temos como atestar ainda, a perícia é que vai comprovar isso, qual efetivamente foi a causa mortis, se foi por conta dessa laceração anal ou se foi por conta dessas outras lesões pretéritas", diz o delegado Christian Nedel, responsável pela investigação.
Na noite do crime, a polícia apurou que o padrasto entrou em contato com a tia da menina, que cuidava dela com frequência, avisando que a menina tinha se engasgado. Ele estava responsável por ela enquanto a mãe trabalhava.
Quando chegou em casa, a tia da bebê viu que ela estava desmaiada e tinha ferimentos pelo corpo. Com a ajuda de uma vizinha, a mulher levou a menina para o hospital.
A equipe hospitalar suspeitou da situação, pois os ferimentos sugeriam abusos sexuais, e acionou a Brigada Militar (BM).
No local, o padrasto da bebê, que havia ido com a mãe da criança até o hospital, foi detido em flagrante e levado até uma delegacia de polícia, onde foi ouvido. Ele confessou o crime, mas disse que não abusou sexualmente da bebê. Depois, foi levado para uma casa prisional.
Responsabilidade da mãe é investigada
No entendimento do delegado Nedel, está claro que a criança sofria maus-tratos e era negligenciada. Ele sinaliza que, neste momento, dentro do inquérito, a mãe da bebê está caracterizada como testemunha, mas será apurado se a omissão dela contribuiu para a morte da criança, o que a coloca na posição de suspeita, podendo, assim, ser responsabilizada.
Fonte: G1 RS
Autor
redação
Em: 22/02/2024, 05:46

Luis Fernando era amplamente conhecido em Santo Augusto e região

Vice-governador entregou novo centro oftalmológico, confirmou grande investimento para diagnósticos por imagem, garantiu acessos asfálticos e projetou a corrida ao Piratini ao lado de Ernani Polo.

Iniciativa municipal garantiu a união civil de nove casais com direito a cerimônia completa, oficinas preparatórias e festa comunitária

Vítima tinha 41 anos. Feminicídio aconteceu na madrugada desta quinta-feira (2). Suspeito foi preso em flagrante e levado ao presídio de Santa Rosa.

Investigação descarta feminicídio e aponta morte como resultado de tentativa de homicídio contra caminhoneiro

Deza Guerreiro classificou o episódio como tentativa de intimidação e ato de terrorismo; caso está sob investigação

Saiba tudo sobre as regras, cronograma e vagas disponíveis para o segundo semestre

Novo imunizante do SUS amplia para 20 o número de sorotipos protegidos contra pneumonia e meningite

Ismael Garcia da Rosa, de 25 anos, é investigado pelo assassinato da ex-namorada Denise Silva de Medeiros

