Rádio
Nenhum programa no ar
Leandro Boldrini deixa a prisão
O médico Leandro Boldrini, acusado de participação no plano de assassinato do filho Bernardo Uglione Boldrini, aos 11 anos, está em casa, usando tornozeleira eletrônica depois de ganhar a progressão para o regime semiaberto. Nove anos depois de Bernardo ser morto, Boldrini, que segue sem condenação definitiva em razão de dois júris anulados, sendo que a segunda anulação está em fase de recurso, deixou a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc). A decisão é da juíza Sonáli da Cruz Zluhan e foi emitida na sexta-feira (14).
Boldrini terá de cumprir as seguintes condições:
Não poderá se afastar de sua residência no período compreendido entre 20h e 6h;
A zona de inclusão do monitoramento eletrônico será na cidade onde o apenado reside, abrangendo inclusive os trajetos de ida e volta entre residência e local de trabalho;
Os dias de saídas temporárias serão informados pelo apenado antecipadamente a Susepe;
Atender aos contatos do funcionário responsável pelo monitoramento eletrônico e cumprir suas orientações.
Entrar em contato com a Divisão de Monitoramento Eletrônico caso perceba defeito ou falha no equipamento.
A decisão também diz que "poderá o apenado, no prazo de 30 dias, comprovar a execução de atividade laboral lícita, caso em que será redefinida a zona de inclusão, com margem para que possa se deslocar para o local de trabalho, durante o respectivo horário". O Ministério Público do RS vai recorrer da decisão.
Fonte: Gaúcha ZH
Autor
redação
Em: 17/07/2023, 06:14

Prisão faz parte da Operação Cerco Fechado

Decisões unânimes rejeitam ações por suposto abuso de poder e irregularidades nas eleições de 2024; Justiça confirma resultados das urnas

Posse está marcada para 30 de abril, em Imbé

Funcionário deverá ser informado que pode se ausentar do trabalho por até 3 dias, a cada 12 meses, para fazer exames preventivos. Empresas também são obrigadas a divulgar aos funcionários informações sobre campanhas oficiais de vacinação

Os homens foram presos por porte ilegal de arma de fogo, dano ao patrimônio público, furto qualificado, associação criminosa, além da recaptura de um foragido do sistema prisional, identificado durante consulta ao sistema.





