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Anvisa manda recolher doses interditadas da Coronavac
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira, o recolhimento de lotes da Coronavac, que foram interditados de forma preventiva no início do mês. Ao todo, 25 lotes do imunizante, com cerca de 12,1 milhões de doses, foram vetados.
Essas vacinas foram envasadas com matéria-prima (Ingrediente Farmacêutico Ativo) de um laboratório que não passou por inspeção da agência, quando representantes da agência estiveram no país asiático.
Em nota, a Anvisa informou que "desde a interdição cautelar, a Anvisa avaliou todos os documentos encaminhados pelo Instituto Butantan (IB), dentre os quais os emitidos pela autoridade sanitária chinesa. Os documentos encaminhados consistiram em Formulários de Não Conformidades que reforçaram as preocupações da Agência quanto às práticas assépticas e à rastreabilidade dos lotes".
A agência disse ainda que analisou a documentação referente "à análise de risco e à inspeção remota realizadas pelo Instituto Butantan, e concluiu que permaneciam as incertezas sobre o novo local de fabricação, diante das não conformidades apontadas".
Na semana passada, o governador de São Paulo, João Doria, informou que determinou ao Instituto Butantan a substituição de todas as doses interditadas pela Anvisa. De acordo com o governo, as vacinas foram produzidas pelo próprio Butantan com IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) que veio de fábrica na China.
RS distribuiu 2,9 mil doses de lote bloqueado de Coronavac
Um dos lotes do imunizante Coronavac chegou ao Rio Grande do Sul e foi distribuído a quatro Coordenadorias Regionais de Saúde (CRS). De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), 2.900 doses do lote L20210603 foram enviadas para a 2ª CRS (480 doses), 3ª CRS (1.850 doses), 7ª CRS (400 doses) e 11ª CRS (170 doses) no dia 28 de julho, data posterior ao recebimento da remessa no Aeroporto Salgado Filho.
A pasta afirmou que, conforme orientação do governo federal, os usuários que receberam a vacina foram acompanhados durante 30 dias para avaliação de possíveis eventos adversos.
Fonte: CP
Autor
Ed Júnior
Em: 22/09/2021, 05:39

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