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Reconstituição da morte de menino de 11 anos terá presença da mãe em Planalto
Sem previsão para acabar
Como a reprodução simulada é bastante detalhista e utilizará o máximo de elementos semelhantes à noite da morte de Rafael, é possível que siga ao longo da madrugada. O tempo, segundo a diretora do IGP, não é pré-determinado.
“A perícia é uma busca de vestígios, de provas, e vai demorar tanto tempo quanto o perito achar que respondeu aos quesitos necessários. Pode ser que vá até a madrugada, porque às vezes faz de uma forma, de outra, lentamente, sendo registrado fotograficamente, com anotações de cada momento diferente”, descreve Heloísa.
A verossimilhança da cena é buscada nos mínimos detalhes. Se houver objetos reais, contidos no cenário original, em condições de uso, eles serão utilizados.
“Se os materiais tiverem sido periciados — um papel, um objeto —, a gente utiliza, para serem exatamente os mesmos. Armas, facas, usamos simulacros, que são muito semelhantes. Trabalhamos com o mais parecido daquilo que foi narrado”, diz Heloísa.
“A reprodução serve justamente para ver a viabilidade de os fatos terem se dado da forma como foi descrita”, acrescenta o delegado.
Até a noite de quarta (17), detalhes ainda eram acertados pelos peritos. Os responsáveis diretos pela reconstituição se reuniram para estudar os laudos e estruturar a condução da simulação, com o objetivo de não deixar passar pontos sem explicação ao final da reconstituição.
“Ela envolve um estudo prévio. Os peritos estudam todo o inquérito, leem as versões apresentadas, veem os laudos, e, quando vão ao local, observam, anotam e analisam se há disparidade [nas versões], onde tecnicamente não são possíveis”, conclui a diretora.
Relembre o crime
Rafael Mateus Winques foi dado como desaparecido e era procurado desde o dia 15 de maio. Na versão apresentada inicialmente pela mãe, ele havia sumido depois de ir dormir e, na manhã seguinte, não estava mais em casa. Alexandra chegou a dar entrevista à RBS TV pedindo que o filho voltasse para casa.
A residência onde o menino morava com a mãe e o irmão de 17 anos não possuía sinais de arrombamento no dia. No primeiro depoimento, a mãe disse que havia levado uma coberta para o menino antes de dormir, e pensou que ele havia saído pela manhã.
Depois, porém, assumiu a autoria do crime e indicou o local onde havia deixado o menino. O corpo estava enrolado em um lençol na casa em frente à residência em que a família morava.
A polícia trata o caso como um homicídio doloso.
Fonte: G1/RS
https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2020/06/18/reconstituicao-da-morte-de-menino-de-11-anos-tera-presenca-da-mae-em-planalto.ghtml
Autor
fernando
Em: 18/06/2020, 05:13

Entre as orientações estão embrulhar os cacos de vidro em papel grosso, jornal ou papelão, acondicionar em caixas ou recipientes resistentes e, sempre que possível, identificar o material como sendo vidro.

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