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Família Aguiar: polícia apresenta conclusão do inquérito com seis indiciamentos
A Polícia Civil concluiu o inquérito que investigava o desaparecimento de três pessoas da mesma família em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O policial militar Cristiano Domingues Francisco, principal suspeito, foi indiciado por feminicídio, dois homicídios e ocultação de cadáver.
Outras cinco pessoas também foram indiciadas, entre elas a atual esposa do PM e o irmão dele, por fraude processual, e um amigo, por falso testemunho.
Silvana de Aguiar, 48 anos, e os pais dela, Isail, 69 anos, e Dalmira Germann de Aguiar, 70 anos, não são vistos há mais de 80 dias. No dia 24 de janeiro, Silvana sumiu. Um dia depois, 25 de janeiro, Isail e Dalmira foram vistos pela última vez.
A polícia aponta que a motivação do crime seria a disputa pela criação do filho do PM com Silvana, além de questões financeiras ligadas ao patrimônio da família Aguiar.
De acordo com a polícia, o inquérito tem 20 mil páginas entre depoimentos, diligências, relatórios, extrações e quebras de sigilo, que resultaram em mais de 10TB de documentos. Foram 16 celulares apreendidos, 17 nuvens de documentos (e-mails), cinco DVRs, 13 pendrives, cinco computadores e quatro HDs.
Além disso, houve cinco prisões, 14 mandados de busca e apreensão e 37 quebras de sigilo. Nas oitivas, foram interrogados 6 suspeitos, 34 declarações de testemunhas e uma escuta sem dano.
Nesta semana, a perícia confirmou que o sangue encontrado na residência de Silvana pertencia a ela e ao pai dela.
"Eu sei que se criou esse mito de que sem a presença dos corpos não há materialidade, mas, na verdade, a gente já tem um vasto conteúdo que aponta no sentido de que a materialidade pode ser provada de forma indireta", afirmou o delegado Anderson Spier. "A prova disso, inclusive, é a decretação da prisão preventiva do autor, porque a prisão preventiva imprescinde da materialidade."
Polícia indicia PM por desaparecimento, morte e ocultação de corpos da ex-mulher e dos pais dela no RS — Foto: Diego Nuñez/g1 RS
O que diz a defesa
"A Defesa de Cristiano aguarda o encaminhamento do inquérito, sendo que, pela finalização das investigações, deverá ter acesso amplo e irrestrito a todos os procedimentos cautelares que se encontram em segredo de justiça, possibilitando um posicionamento mais assertivo."
Fonte: G1
Autor
Maira kempf
Em: 17/04/2026, 14:20

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