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Mesmo na pandemia, calendário de vacinação deve ser mantido
Avanços e retrocessos
Nos últimos anos, o Brasil tem apresentado avanços e retrocessos em relação a imunização, como explica a pediatra Bárbara Furtado, que é gerente de vacinas da empresa farmacêutica GSK. “Em 2016, a gente chegou a pior cobertura vacinal da última década. Foi quando a gente viu as coberturas vacinais caindo”, ressaltou, ao contrapor com os sucessos do País, como a erradicação do sarampo e da poliomielite, chamada popularmente de paralisia infantil. O Brasil chegou a registrar a erradicação do sarampo em 2016, porém voltou a apresentar casos em 2019. Segundo Bárbara, o país já enfrentava problemas semelhantes com outras doenças. “Não por acaso a gente teve em 2017 os surtos de febre amarela, encontrando uma população não vacinada. Mesmo nas áreas em que a vacinação de febre amarela é de rotina”, ressaltou. Por isso, a médica destaca a importância de manter a vacinação de crianças, mas também de outras faixas etárias, em dia durante o período de isolamento social. “O que a gente tem hoje então, a grande questão da pandemia e do distanciamento social, é uma falsa sensação de proteção às outras doenças. Porque, como a gente está indo menos na rua, a gente está ficando menos gripado, está ouvindo falar menos de outras doenças”, diz. A especialista aponta, entretanto, que esses outros vírus continuam sendo um risco. Neste ano, já foram registrados em todo o país 3,6 mil casos de sarampo, segundo o último balanço do Ministério da Saúde. “A gente deve lembrar que a vacina de sarampo está junto com a de caxumba e de rubéola”, destaca Bárbara, para exemplificar como a população pode estar exposta também a outras doenças. “Apesar de não termos caso hoje no Brasil, nós temos países, principalmente na África, que ainda têm casos de paralisia infantil. E o mundo está globalizado, a gente não precisa sair da nossa cidade para ter contato com essas doenças”, acrescenta para enfatizar como a falta de vacinação pode facilitar a volta de doenças com sintomas graves.Cuidados
A imunização deve ser feita, segundo a médica, em acordo com as medidas para evitar a disseminação de coronavírus. “É importante você procurar o posto de saúde mais próximo, para evitar o deslocamento”, ressalta. Além disso, Bárbara recomenda que as pessoas verifiquem se existem horários diferentes para cada faixa de população que será vacinada naquela cidade. Em alguns locais, foram disponibilizados horários específicos para idosos e outros grupos de risco para covid-19. Agência BrasilAutor
edjunior
Em: 11/06/2020, 06:16

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