O deputado e músico tradicionalista Luiz Marenco (PDT) também foi contra. Ele acrescenta que o Ministério da Educação já determina o respeito aos hábitos alimentares locais e culturais e a tradição alimentar de cada localidade.
"Isso não significa que seja contra, especificamente, à inclusão de ovo, erva-mate ou doce de leite. Significa que considero que esta decisão seja tomada por quem tem mais competência para avaliar as necessidades e especificidades de cada região, faixa etária e realidade dentro do estado."
Na mesma cerimônia, foi sancionada a lei 52 de 2017, do deputado Frederico Antunes (PP) e mais três deputados, que cria o Fundo de Desenvolvimento e Inovação da Cadeia Produtiva da Erva-Mate do Estado, o Fundomate. A iniciativa tem entre seus objetivos resguardar a saúde e o direito do consumidor quanto ao conhecimento da adição de açúcar ou não na erva-mate, de forma visível, por meio de uma tarja inscrita no rótulo com a informação. A não especificação fere disposição do Código de Defesa do Consumidor.
Em média, o cultivo da erva-mate emprega 500 mil pessoas e fatura R$ 2 bilhões por ano.










