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TCE-RS irá analisar suspeita de crimes eleitorais
O Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul (TCE-RS) anunciou nesta quarta-feira que irá investigar o uso de recursos públicos na prática de crime eleitoral no município de Jaquirana, na Serra do Rio Grande do Sul. A Polícia Civil cumpriu 15 mandados de busca e apreensão e três de prisão em locais como a Prefeitura, a Secretaria da Fazenda, o comitê de campanha da coligação do prefeito eleito e as casas dos envolvidos, além de dois postos de combustíveis.
Conforme o Ministério Público Eleitoral, se a compra de votos for confirmada, o prefeito reeleito pode perder o cargo e deverá ocorrer uma nova eleição no município. Pelo menos 33 denúncias de irregularidades eleitorais são investigadas no estado.
Segundo o delegado que comandou a operação, Flademir Paulino de Andrade, foram realizadas escutas de ligações feitas por Ivan Lauro Rauber (filho do prefeito), José Evandro Pereira dos Reis (coordenador de campanha e cabo eleitoral) e Orestes Ângelo Andelieri (vereador reeleito). No total foram 15.665 ligações interceptadas, transcritas em 353 páginas.
"O que se viu foi a prática reiterada de crimes eleitorais, principalmente a prática do crime de corrupção eleitoral ativa e passiva, e a prática do crime de transporte de eleitores", informa.
Conforme a investigação policial, os três presos falam em doações ou promessas de vantagens em troca de votos, principalmente dinheiro, combustível, máquina de lavar, passagens de ônibus e até de avião, e pagamento de contas. Nas escutas a polícia também constatou indícios de desvio de dinheiro da prefeitura municipal para uso na campanha eleitoral. A delegacia de Jaquirana tem 30 dias para concluir os inquéritos e enviá-los para a Justiça.
O advogado de defesa dos três presos alegou inocência. "As denúncias são infundadas, eles são inocentes. Vou me inteirar dos fatos para iniciar o trabalho de defesa", disse Gustavo Paim.
Durante a operação, moradores da cidade se concentraram em frente à delegacia. Houve um princípio de confusão e policiais permaneceram na rua para monitorar a situação.
Segundo o delegado Flademir, os presos ficarão sujeitos a penas que poderão chegar a 4 anos de reclusão pelo crime de Corrupção Eleitoral, a 6 anos de reclusão pelo crime de Transporte de Eleitores, a 12 anos pelo crime de Peculato e a 3 anos pela prática do crime de Formação de Quadrilha.
Fonte: G1/RS
Foto: Guilherme Pulita
Autor
lccomunic
Em: 31/10/2012, 22:00

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