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Governos unem esforços no combate ao crack
Após dois dias de intenso trabalho conjunto entre técnicos dos Governos Federal, Estadual e da Capital, as diretrizes do plano de combate ao crack foram apresentadas ao governador Tarso Genro e à ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, na tarde desta terça-feira (14). Eles avaliaram os pontos iniciais da estratégia que será definida até março, quando o Rio Grande do Sul adere oficialmente ao programa nacional "Crack, é Possível Vencer".
O plano está estruturado em três eixos propostos: Cuidado, Prevenção e Autoridade. O primeiro deles está relacionado à saúde e ao tratamento dos usuários, e envolve ações como a abertura de leitos especializados e construção de novos Centros de Atendimento Psicossocial (Caps) funcionando 24h.
O eixo Cuidado prevê, ainda, o financiamento de vagas em comunidades terapêuticas reconhecidas pela rede de saúde. No foco Prevenção, estão previstas campanhas de conscientização, capacitação de profissionais e trabalho junto às escolas, entre outras iniciativas. Autoridade é o eixo que envolve a segurança, o combate ao tráfico e ao crime organizado, a integração das polícias e o controle das fronteiras.
O trabalho será coordenado, no Estado, pela Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos (SJDH), e envolverá ainda as pastas da Saúde, da Segurança Pública e do Trabalho e Desenvolvimento Social. Isso porque a estratégia de enfrentamento à droga será intersetorial, com a implementação de ações não apenas em relação ao tratamento dos usuários e à repressão ao tráfico, mas também gerando oportunidades de reinserção social dos dependentes. Inicialmente, Porto Alegre será contemplada com a iniciativa federal. Já num segundo momento, a meta é expandir as ações para o Interior do Estado.
"Sabemos que são políticas sérias, de médio e longo prazo", afirmou o governador Tarso Genro, referindo-se aos resultados futuros. No mesmo sentido, a ministra Tereza Campello destacou a união dos entes federativos como um ponto positivo da estratégia. "É assim, sentando na mesma mesa e olhando nos olhos, que poderemos construir algo novo no combate ao crack, com a segurança, a saúde e a prevenção, trabalhando em conjunto", completou a ministra.
Coordenador do grupo que implementará as ações no Estado, o secretário da Justiça e dos Direitos Humanos, Fabiano Pereira, elogiou as equipes que trabalharam no plano durante os dois dias. "Tanto os profissionais que vieram de Brasília quanto os dos órgãos estaduais demonstraram enorme conhecimento e capacidade, o que nos dá mais confiança de que teremos sucesso nesse desafio. Agora, é preciso dar as mãos e trabalhar", concluiu o secretário.
Da União vieram 38 técnicos para ajudar a elaborar o plano gaúcho, representando os ministérios da Justiça, da Saúde, do Desenvolvimento Social, da Casa Civil e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, além de profissionais da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. O próximo passo será a conclusão dos orçamentos e metas do programa, a partir dos diagnósticos e das iniciativas do Rio Grande do Sul no combate à droga. Essas definições devem ser finalizadas em março, quando o Estado assina sua adesão ao plano nacional.
O plano está estruturado em três eixos propostos: Cuidado, Prevenção e Autoridade. O primeiro deles está relacionado à saúde e ao tratamento dos usuários, e envolve ações como a abertura de leitos especializados e construção de novos Centros de Atendimento Psicossocial (Caps) funcionando 24h.
O eixo Cuidado prevê, ainda, o financiamento de vagas em comunidades terapêuticas reconhecidas pela rede de saúde. No foco Prevenção, estão previstas campanhas de conscientização, capacitação de profissionais e trabalho junto às escolas, entre outras iniciativas. Autoridade é o eixo que envolve a segurança, o combate ao tráfico e ao crime organizado, a integração das polícias e o controle das fronteiras.
O trabalho será coordenado, no Estado, pela Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos (SJDH), e envolverá ainda as pastas da Saúde, da Segurança Pública e do Trabalho e Desenvolvimento Social. Isso porque a estratégia de enfrentamento à droga será intersetorial, com a implementação de ações não apenas em relação ao tratamento dos usuários e à repressão ao tráfico, mas também gerando oportunidades de reinserção social dos dependentes. Inicialmente, Porto Alegre será contemplada com a iniciativa federal. Já num segundo momento, a meta é expandir as ações para o Interior do Estado.
"Sabemos que são políticas sérias, de médio e longo prazo", afirmou o governador Tarso Genro, referindo-se aos resultados futuros. No mesmo sentido, a ministra Tereza Campello destacou a união dos entes federativos como um ponto positivo da estratégia. "É assim, sentando na mesma mesa e olhando nos olhos, que poderemos construir algo novo no combate ao crack, com a segurança, a saúde e a prevenção, trabalhando em conjunto", completou a ministra.
Coordenador do grupo que implementará as ações no Estado, o secretário da Justiça e dos Direitos Humanos, Fabiano Pereira, elogiou as equipes que trabalharam no plano durante os dois dias. "Tanto os profissionais que vieram de Brasília quanto os dos órgãos estaduais demonstraram enorme conhecimento e capacidade, o que nos dá mais confiança de que teremos sucesso nesse desafio. Agora, é preciso dar as mãos e trabalhar", concluiu o secretário.
Da União vieram 38 técnicos para ajudar a elaborar o plano gaúcho, representando os ministérios da Justiça, da Saúde, do Desenvolvimento Social, da Casa Civil e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, além de profissionais da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. O próximo passo será a conclusão dos orçamentos e metas do programa, a partir dos diagnósticos e das iniciativas do Rio Grande do Sul no combate à droga. Essas definições devem ser finalizadas em março, quando o Estado assina sua adesão ao plano nacional.
Fonte - Governo do RS
L
Autor
lccomunic
Em: 14/02/2012, 22:00
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