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Mobilização força governo a discutir endividamento
Uma mobilização em Porto Alegre reuniu mais de 500 agricultores familiares da Fetag, além de representantes de outros movimentos sociais e atingiu parcialmente seu objetivo. Houve ocupação do pátio da Delegacia do Ministério do Desenvolvimento Agrário e, nem o frio e a chuva, foram suficientes para arrefecer o ânimo dos trabalhadores rurais que aguardavam orientações de Brasília, onde o presidente da Federação, Elton Weber, e o presidente da Contag, Alberto Broch, participavam de reunião no Ministério da Fazenda com representantes do MDA, da Casa Civil, além do secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.
O contato telefônico de Weber com o vice-presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva, deu conta de que o governo acenou com algumas propostas que até então não existiam e que vão propiciar um pouco de fôlego para os agricultores. Weber relatou que Carvalho afirmou que o governo tem convicção de que existem problemas e dificuldades que devem ser sanados para que haja a inclusão de agricultores e não a exclusão dos mesmos nas políticas públicas.
Segundo Weber, o crédito emergencial de R$ 2 mil foi prorrogado por quatro anos, com a primeira parcela de R$ 500 para o dia 30/11/2011; as seguintes, no vencimento do contrato em 2012, 2013 e 2014. A resolução do Conselho Monetário Nacional será publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (30). Sobre outro ponto de reivindicação, as dívidas prorrogadas de anos anteriores e parcelas de investimento com vencimento nos próximos 60 dias, o assessor de Política Agrícola, Aírton Hochscheid, explica que os agricultores terão direito de prorrogá-las apresentando pedido no banco, sem laudo técnico.
Weber acrescenta que ficou marcada para o dia 20 de julho a primeira reunião do Grupo de Trabalho sobre o Endividamento Agrícola – caso não haja acordo, acontecerão encontros semanais até que seja encontrada uma solução. Vale ressaltar que os agricultores beneficiados não terão nenhuma restrição para acessar recursos do Plano Safra 2011-2012.
Para o vice-presidente da Fetag, Carlos Joel da Silva, que esteve à frente da manifestação em Porto Alegre, os avanços só foram possíveis devido à mobilização dos agricultores. Ele alerta que a Federação permanecerá atenta às negociações e, se necessário, “vamos mobilizar novamente nos próximos dias”. Joel admite que as respostas do governo não atendem todo o pleito dos agricultores, mas reconhece que houve avanço significativo. Diz que, “quando decidimos pela mobilização, o governo federal sequer admitia discutir a renegociação da dívida, por isso avaliamos positivas as propostas”.
O presidente Weber reitera que a Fetag permanece em estado de alerta, apenas suspendendo a mobilização a fim de dar uma trégua para o governo federal encontrar uma solução para o endividamento.
Fonte: Fetag/RS
Autor
lccomunic
Em: 29/06/2011, 21:00

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