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Final de semana teve tom musical em Santo Augusto com o XVIII Festival Quebra-Costelas
O final de semana teve tom musical em Santo Augusto, com a realização do XVIII Festival Quebra-Costelas, promovido no Parque do Sindicato Rural. O evento reuniu músicos, compositores, intérpretes e amantes da música regional, celebrando o tradicionalismo gaúcho e valorizando talentos de diversas regiões do Estado.
De acordo com a comissão organizadora, um dos grandes diferenciais do Quebra-Costelas é justamente o seu formato: durante o evento são apresentadas as temáticas, organizados os grupos que criam suas composições e poesias,realizam os ensaios, para que as apresentações aconteçam na noite de sábado.
Nesta edição, segundo o músico Maximiliano Philippsen (Tchê Tuco) foram produzidas 22 músicas e poesias inspiradas nas temáticas “O que os retratos não registram” e “Batalhas e cicatrizes”. Outro destaque é que as músicas apresentadas no palco e posteriormente inscritas e selecionadas também poderão integrar a programação da primeira noite do Canto Nativo, na categoria Quebra-Costelas.
Além das apresentações, o festival premiou os destaques desta edição em diversas categorias. A grande vencedora do XVIII Quebra-Costelas foi a música “Feitiço”, com letra de Alixandre Lima e melodia de Gabriel Nascimento, interpretada por Gabriel Nascimento e os de Sempre, representando o município de Palmeira das Missões.
O segundo lugar ficou com a música “A Força daquele abraço”, com letra de Jorge Rodrigues, melodia de Henrique Rodrigues, interpretada por Luciano Gonçalves, representando Santo Augusto. Já a terceira colocação foi para “Batalha de Caiboaté”, com letra de Juliano Piveta e interpretação de Fábio Dornelles, representando São Gabriel e General Câmara.
Na categoria Melhor Poesia, o destaque foi para a composição “Porque o Retrato Não Mostra”, de Jeferson Edgar da Silva, representando Santo Augusto. A canção "O que o retrato não pega" conquistou o prêmio de Música Mais Popular do festival, com letra de Davi Teixeira e interpretação de Davi, Tuco, Giovani, representando Porto Alegre, Santo Augusto e Santa Margarida do Sul.
O prêmio de Melhor Melodia ficou com Leonardo Cezarotto e Guilherme Bragantino, pela música “A História de Odorico Malacara”, representando Santa Maria, Tapejara e Sananduva.
Já o troféu de Melhor Instrumentista foi entregue ao músico Eduardo Valentim Perussatto de Llanno, representando Santo Augusto. O prêmio de Melhor Canário teve como vencedor Gonçalo Chaves, representando Palmeira das Missões.
A comissão organizadora do festival foi composta por Vilson e Maira Rodrigues, Sérgio e Fátima Rodrigues, Jorge Rodrigues, Renan Gonzatto, Roger Cáceres, Antônio Liberato, Lisiane de Almeida Philipssen e Maximiliano Philippsen (Tchê Tuco), além de Natália Pereira. A apresentação do evento esteve a cargo de Herton Lima. Já a comissão julgadora foi formada por Dorotea Schefel, Jean Turba e Geraldo Soares. A sonorização do festival foi realizada por Evandro Santos.
Autor
Maira kempf
Em: 18/05/2026, 09:38

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