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Advogado e Professor Conrado Paulino da Rosa é preso em Porto Alegre por crimes contra dez mulheres
Nesta segunda-feira (2), o advogado e professor de Direito Conrado Paulino da Rosa foi preso preventivamente em Porto Alegre. A decisão foi proferida pela desembargadora Naele Ochoa, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS), atendendo a um pedido do Ministério Público (MP-RS).
O réu foi denunciado na última semana por 12 crimes cometidos contra 10 mulheres. Entre as acusações, que teriam ocorrido entre 2013 e 2025, estão:
Estupro e estupro de vulnerável;
Violência psicológica;
Cárcere privado.
Histórico e Investigação
A investigação da Polícia Civil durou três meses e reuniu depoimentos de 18 vítimas e 16 testemunhas, além de provas periciais e documentais. No final de 2025, o inquérito já indicava que o professor teria cometido crimes sexuais pelo menos 24 vezes.
Conrado já havia sido preso temporariamente em setembro de 2025, mas foi solto em outubro após a Justiça revogar a medida. Até então, ele cumpria medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica, retenção de passaporte e proibição de frequentar instituições de ensino ou eventos jurídicos.
Impactos Profissionais
Referência na área de Direito de Família e autor de 18 livros, Conrado sofreu duras sanções na carreira após o início das investigações:
Demissão: Foi desligado da Fundação Escola Superior do Ministério Público (FMP), onde lecionava na graduação e pós-graduação.
Afastamento: Deixou a presidência do Instituto Brasileiro de Direito de Família no RS (IBDFAM-RS).
O que diz a defesa
Em nota, a defesa de Conrado Paulino da Rosa manifestou "extrema preocupação" com a prisão preventiva. Os advogados alegam que a medida se baseia em suposições e erros fáticos, ressaltando que pedidos anteriores de prisão já haviam sido negados pelo Judiciário. Em suas redes sociais, o professor declarou que "a verdade prevalecerá" e que repudia qualquer violência contra a mulher.
Como denunciar violência contra a mulher
Caso você ou alguém que você conheça precise de ajuda, as denúncias podem ser feitas de forma presencial ou online:
Delegacia da Mulher: Registro presencial de boletim de ocorrência.
Delegacia Online: Disponível para relatar agressões sem a necessidade de deslocamento físico.
Ligue 180: Central de Atendimento à Mulher (nacional).
Fonte: G1 RS
Autor
Bruno Vargas
Em: 03/03/2026, 06:07

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