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Grito de Alerta dá prazo até 15 de abril para governo Federal retornar sobre reivindicações
Nesta quarta-feira (19), o município de São Luiz Gonzaga tornou-se palco de uma das maiores mobilizações realizadas por uma categoria no Rio Grande do Sul. O 11º Grito de Alerta, organizado pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (FETAG-RS) e pela Macro Regional Missões Fronteira Noroeste, reuniu 6 mil pessoas no centro da cidade. Agricultores e agricultoras de todo o estado estiveram presentes para reivindicar melhorias nas políticas públicas que afetam diretamente o campo.
Nesta edição do Grito de Alerta, os pontos principais da pauta são, a securitização das dívidas dos agricultores, como forma de aliviar o endividamento crônico que afeta milhares de famílias rurais; Revogação das resoluções do Proagro, que têm dificultado o acesso dos agricultores ao programa de proteção contra perdas climáticas; Melhoria no atendimento aos agricultores na previdência, garantindo direitos e benefícios previdenciários de forma ágil e justa.
Durante o evento, comissões organizadas de dirigentes sindicais realizaram audiências em bancos e no INSS para tratar diretamente das reivindicações da categoria. Além disso, o trancamento do trevo de acesso a cidade foi realizado em alguns momentos e uma passeata pelas ruas centrais de São Luiz Gonzaga mobilizou o público presente. Os atos foram marcados por faixas, cartazes e palavras de ordem que evidenciaram os anseios dos agricultores por políticas públicas.
A diretora da FETAG-RS, Lerida Pivoto Pavanelo, responsável pelo setor de previdência rural destaca que “uma grande preocupação aqui é a questão previdenciária. Os nossos agricultores estão levando cerca de seis meses pra terem direito a um auxílio doença, as perícias estão muito demoradas, nós precisamos mais do que nunca agilizar esse processo, pra que os nossos agricultores não se sintam prejudicados quando encaminham os seus benefícios. Precisamos respostas ágeis, pra que toda a agricultura familiar não se sinta prejudicada na questão previdência social.”
O coordenador da Macro Regional Missões Fronteira Noroeste, Márcio Roberto Langer, destacou a importância da mobilização regional, “O Grito de Alerta é um símbolo da luta da agricultura familiar. Aqui, mostramos que o campo não está sozinho e que, unidos campo e cidade, podemos conquistar os avanços necessários para garantir a sustentabilidade das nossas propriedades e a qualidade de vida das nossas famílias”.
De acordo com o presidente da FETAG-RS, Carlos Joel da Silva, “o Grito de Alerta é um momento histórico para a agricultura familiar gaúcha. Estamos aqui para mostrar a força e a união dos agricultores, que não podem mais esperar por soluções. A securitização das dívidas, a revisão do Proagro e a melhoria no atendimento previdenciário são demandas urgentes que precisam ser atendidas pelo governo”.
Novas manifestações públicas serão realizadas a partir de 15 de abril, caso o governo federal não dê retorno sobre as reivindicações do setor.
O 11º Grito de Alerta reforça o compromisso da FETAG-RS e dos agricultores familiares em lutar por um campo mais justo, produtivo e sustentável. A mobilização em São Luiz Gonzaga é um alerta ao poder público sobre a urgência de atender às demandas da categoria, e em assembleia durante o ato foi decidido que se os Governos não atenderem a pauta da FETAG-RS até o mês de abril, as mobilizações de massa serão retomadas.
Fonte: FETAG/ Correio do Povo
Autor
Maira kempf
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