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Caso Bernardo: Leandro Boldrini é condenado a 31 anos e 8 meses de prisão
Leandro Boldrini foi condenado a 31 anos e oito meses de prisão pela morte do filho Bernardo Uglione Boldrini, no seu novo julgamento que terminou nesta quinta-feira, 23, no fórum de Três Passos.
Em 2019, Leandro havia sido condenado a 33 anos e oito meses de prisão por homicídio doloso quadruplamente qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica. No entanto, seus advogados pediram à Justiça a anulação do julgamento. Eles disseram que o Ministério Público (MP) violou o direito do réu de permanecer em silêncio. O pedido foi aceito pela justiça de anulou o julgamento dele.
O Novo Julgamento começou na última segunda-feira, 20, terminou por volta das 19:30h de hoje, quando a Juíza Jucilene Engler Audino, leu o veredito do conselho de sentença.
Leandro foi condenando pelos crimes de homicídio doloso quadruplamente qualificado com pena de de 30 anos e oito meses, e falsidade ideológica com pena de um ano e oito meses e 10 dias multa. Leandro foi absolvido do crime de ocultação de cadáver.
Leandro Boldrini está preso desde o dia 13 de abril de 2014, quando o corpo do menino foi encontrado em uma cova rasa em uma área rural de Frederico Westphalen. Segundo a investigação, o menino foi morto no dia 04 de abril, do mesmo ano.
Além do pai do menino, foram condenados pelo crime no primeiro julgamento em 2019 Graciele Ugulini recebeu sentença de 34 anos e 7 meses de reclusão, Edelvania Wirganovicz foi condenada a 22 anos e 10 meses e Evandro Wirganovicz sentenciado a 9 anos e 6 meses.
Apenas o julgamento de Leandro Boldrini foi anulado. No final de 2021, a 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) considerou que houve quebra da paridade de armas durante o interrogatório do médico. No entendimento do Colegiado, os Promotores de Justiça não se limitaram a formular perguntas ao réu, mas sim fizeram argumentações sem que os advogados de defesa pudessem contrapor.
Leandro Boldrini permanece preso preventivamente e está recolhido na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc). Graciele Ugulini também segue no sistema prisional e tem previsão para progressão de regime para o semiaberto em 09 de julho de 2026. Já Edelvania Wirganovicz está atualmente em regime semiaberto e o irmão dela, Evandro Wirganovicz, cumpre pena no regime semiaberto, atualmente em livramento condicional.
Autor
André Motta
Em: 23/03/2023, 14:08

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