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Jovem de SC é presa com drogas na Indonésia; País tem pena de morte para o crime
A admiração pelo surfe, possibilidade de férias, combinado com a expectativa de acesso à templos de fé para cura da mãe podem ter atraído Manuela Vitória de Araújo Farias, 19 anos, a um destino incerto em um presídio da Indonésia. As informações foram concedidas pelo advogado da família da jovem ao portal de notícias g1.
A casa do pai no Pará, no norte do Brasil, e a residência da mãe, na região metropolitana de Florianópolis, em Santa Catarina, eram as duas casas de Manuela. Aos 19 anos, ela conhecia vários estados no Brasil, teve a oportunidade de conhecer Portugal e iria pela primeira vez à Indonésia, conforme Davi Lira da Silva, advogado da família.
No relato de Davi feito ao g1, a jovem foi enganada por uma organização criminosa, porém a polícia não detalha a investigação, que ocorre de forma sigilosa.
"Ela passou no aeroporto no Brasil e no Catar. Quando foi do dia 31 [de dezembro] para o dia 1º [de janeiro], foi detida no aeroporto da Indonésia", relatou o advogado. "Ela foi usada como 'mula', termo bem comum no Brasil. Na Indonésia, usaram o termo 'atravessadora'", completou. Ela foi presa com cocaína.
Admiradora do surfe, Manuela foi convencida, com falsas promessas, a viajar para a Ilha de Bali, onde teria contato com a prática do esporte, além de férias e acesso a templos religiosos. A mãe, conforme Davi, está internada devido a um acidente vascular cerebral e sem saber da prisão da filha.
Desde a prisão da vendedora de lingeries e perfumes na Indonésia na véspera de 2023, o advogado não teve contato com ela e as conversas e relatos são feitos via embaixada brasileira no país asiático.
O indiciamento e a possível execução em caso de pena de morte por tráfico de drogas gerou grande preocupação aqui no Brasil. De acordo com Davi, a família organiza uma vaquinha para custear um advogado de defesa local para Manuela, por orientação da embaixada.
O Palácio do Itamaraty respondeu com uma nota sobre a situação da jovem: "O Ministério das Relações Exteriores, por meio da Embaixada do Brasil em Jacarta, tem conhecimento do caso e vem prestando a assistência consular cabível à nacional, em conformidade com os tratados internacionais vigentes e com a legislação local".
Em 2015, Marco Archer Cardoso Moreira, 53 anos, teve a pena de morte executada na Indonésia. Ele foi o primeiro brasileiro executado por crime no Exterior. Ele e mais cinco apenados foram fuzilados na Ilha Nusakambangan. O brasileiro, que era instrutor de voo livre, foi condenado à pena de morte por tráfico de drogas em 2004, um ano depois de ter tentado entrar no país asiático com 13,4 quilos de cocaína.
Fonte: Gaúcha ZH
Autor
redação
Em: 02/02/2023, 06:40

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