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Crise no leite| Fetraf opta por deixar reuniões do Conselho Paritário do leite do RS
A Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Rio Grande do Sul (Fetraf/RS) é a quarta entidade a anunciar a retirada de seus representantes das reuniões do Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite do Estado do Rio Grande do Sul (Conseleite/RS), até que o órgão mude a metodologia de cálculo do preço de referência a ser pago ao produtor. A entidade afirma em nota que votou contra o preço de referência na última reunião, projetado em R$ 1,6463, e pediu a alteração da metodologia, mas não obteve resposta.
O conselho volta a se reunir hoje, sem a presença também da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag/RS), da Associação dos Criadores de Gado Holandês (Gadolando) e da Associação dos Criadores de Gado Jersey (Jersey/RS).
Em nota a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul – Fetag-RS, também manifestou os motivos pelo qual não irá mais participar das reuniões do Conseleite-RS enquanto a metodologia de formação e divulgação do preço de referência não for modificada.
É público e notório que o Conseleite vem perdendo a sua credibilidade ao divulgar um preço de referência extremamente defasado do que realmente é praticado no campo. Há muito tempo, as entidades que representam os produtores vêm alertando para que isso seja revisto. A divulgação do preço de referência, nos patamares de hoje, não contribui em nada para a manutenção de uma cadeia produtiva tão relevante como a pecuária leiteira.
Outro ponto que é necessário ressaltar, é que todos os produtores cumprem as exigências de qualidade do leite do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para comercializarem o seu produto. Entretanto, são remunerados de forma extremamente desigual pelas indústrias. Há uma diferença média de R$0,40 que em alguns municípios pode chegar até R$0,90. Esta prática de remuneração por quantidade e não por qualidade é um dos principais fatores de exclusão de famílias da atividade e que beneficia apenas as indústrias que impulsionam a concentração da produção.
Além deste tratamento desigual, o produtor de leite não estabelece preço para o seu produto. Depois de entregar o leite para a indústria, a família irá saber por quanto foi comercializado apenas 45 dias depois. Prática que deixa os produtores em extrema insegurança para adquirir os insumos para produzir e para saber se sobrará alguma renda naquele mês.
A posição da Fetag-RS, ratificada pela Comissão Estadual do Leite da Federação, é por todos os produtores que desempenham uma das atividades mais penosas da agricultura e da pecuária. Estes produtores que não tem feriado, final de semana e muito menos folga durante os 365 dias do ano e que agora visualizam sua renda esvair-se frente ao maior custo de produção da história do setor. Desde o início do ano de 2020, o preço da ureia foi reajustado em torno de 200%, do adubo em 180%, da ração em 60% e vários defensivos para formação de pastagens e silagem em torno de 250%. Frente a isto, nos meses de outubro e novembro vários produtores tiveram uma redução de até R$0,40 por litro tornando insustentável a permanência na atividade.
A Fetag-RS alertou sobre o problema e pediu soluções diversas vezes, porém não foi atendida. Sendo assim, não nos resta outra alternativa além de deixar as reuniões do Conseleite.
Na foto a baixo confira a nota da FETRAF/RS
Fonte: Correio do Povo/FETAG/FETRAF
Autor
André Motta
Em: 23/11/2021, 05:19

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