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Altas temperaturas em abril deixam movimento em malharias na Serra do RS abaixo do esperado
As temperaturas mais altas que o normal para abril causaram reflexos negativos nas vendas das malharias no Rio Grande do Sul, cuja comercialização mais forte se dá entre março e maio. Na Serra gaúcha, onde estão instaladas cerca de 500 fábricas, todos esperam a chegada do frio.
Em torno de 70% das peças para o inverno são vendidas nesta época do ano, quando lojistas de todo o estado vão até os atacados para abastecer os comércios. Porém, com as altas temperaturas registradas nas últimas semanas, o movimento está abaixo do normal.
"O medo do lojista é ficar com a mercadoria parada", aponta a varejista Cleidi da Silva Azevedo. Enquanto o frio não chega, o jeito é apostar na oferta de roupas mais leves, como explica a vendedora Viviane Rodrigues. "Estamos dando uma segurada em malhas mais quentes, alguma coisa de moletom, mas não muito. Está bem difícil vender para o frio", diz.
Os fabricantes também sentem o efeito. Em uma das fábricas, as vendas ficaram bem abaixo do esperado, 50% em relação a abril de 2017. "Mas a gente acredita que maio vai recuperar as perdas", projeta o diretor da malharia, Alisson Marques.
Previsão otimista
O Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e Malharias (Fitemasul) diz que ainda é cedo para estimar prejuízo. Porém, mesmo sem baixas temperaturas, por enquanto a previsão de crescimento de 5% para o setor neste ano segue a mesma.
"O inverno vai vir, vai acontecer obviamente, e se precisar, tem a pronta-entrega, para vir buscar a malha. E a gente tá preparado para atender", diz o diretor da entidade, Elias Biondo.
Fonte: G1 RS
Autor
lccomunic
Em: 01/05/2018, 21:00

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