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Polícia Civil pode se negar a trabalhar fora do expediente se Piratini cortar horas extras
O sindicato dos escrivães, inspetores e investigadores da Polícia Civil (PC) gaúcha (Ugeirm Sindicato) está orientando servidores da corporação a deixarem de trabalhar além do horário normal de expediente a partir de maio se houver corte de horas extras. Segundo o presidente da representação, Isaac Ortiz, uma orientação do governador Tarso Genro publicada no início do mês estabelece o fim do benefício porque a categoria passa a receber, em maio, por meio de subsídios, incorporando todas as vantagens em uma só remuneração.Por meio de nota, a Sefaz explicou que não está claro se a lei que instituiu o subsídio permite, também, o pagamento de hora extra. A carga horária dos agentes da Polícia Civil é de 40 horas semanais. Ortiz disse, ainda, que a Ugeirm vai consultar o conselho geral da representação para definir estratégias de mobilização. Uma das possibilidades é que haja paralisações, disse.
Fonte: Rádio Guaíba
Autor
lccomunic
Em: 23/04/2013, 21:00

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