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Governo do Estado reafirma que pagará piso nacional do Magistério
O chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, reafirmou o compromisso do governo do Estado em pagar o piso nacional aos professores. Segundo ele, as declarações do secretário da Fazenda, Odir Tonollier, foram a respeito da dificuldade que o governo terá para pagar caso seja utilizado com o calculo do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que atinge 22%. O impacto nas contas do Piratini seria de quase R$ 3 bilhões, se pago integralmente, diferente do plano plurianual do orçamento onde foram destinados R$ 2 bilhões para integralizar o piso.
Pestana reiterou a ideia do governo de apresentar um nova proposta para a categoria no final do mês de fevereiro. “Nós reconhecemos que os professores ganham mal e o governo está se movimentando para mudar isto”, disse. A intenção de apresentar um calendário de recuperação salarial depende do índice a ser adotado. “Se for pelo INPC conseguiremos um reajuste melhor pois temos um capacidade de previsibilidade. Caso mantiver o critério de reajuste do Fundeb talvez apresentamos uma proposta de reajuste e não calendário”, declarou Pestana.
O chefe da Casa Civil foi enfático ao descartar qualquer possibilidade da saída de Tonollier. “Não há nenhum constrangimento, o secretário Odir está perfeitamente sintonizado com objetivos e compromissos do governo”, afirmou.
Pestana também disse que não foi feito um contato com o governador Tarso Genro pois não havia necessidade. Pestana ainda informou que mais de 82% dos professores têm vencimentos cima do piso e que o problema real não é pagar o mínimo e sim a repercussão no plano de carreira da categoria.
Pestana reiterou a ideia do governo de apresentar um nova proposta para a categoria no final do mês de fevereiro. “Nós reconhecemos que os professores ganham mal e o governo está se movimentando para mudar isto”, disse. A intenção de apresentar um calendário de recuperação salarial depende do índice a ser adotado. “Se for pelo INPC conseguiremos um reajuste melhor pois temos um capacidade de previsibilidade. Caso mantiver o critério de reajuste do Fundeb talvez apresentamos uma proposta de reajuste e não calendário”, declarou Pestana.
O chefe da Casa Civil foi enfático ao descartar qualquer possibilidade da saída de Tonollier. “Não há nenhum constrangimento, o secretário Odir está perfeitamente sintonizado com objetivos e compromissos do governo”, afirmou.
Pestana também disse que não foi feito um contato com o governador Tarso Genro pois não havia necessidade. Pestana ainda informou que mais de 82% dos professores têm vencimentos cima do piso e que o problema real não é pagar o mínimo e sim a repercussão no plano de carreira da categoria.
Fonte - Correio do Povo
L
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lccomunic
Em: 11/01/2012, 22:00
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