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Defesa Civil prevê que estiagem se prolongue até março no RS
A seca no Estado, que já fez com que ao menos 12 cidades decretassem situação de emergência, deve se prolongar até março, segundo o subcomandante da Defesa Civil Estadual, major Oscar Moiano. “Pelos prognósticos que nós temos recebido, a situação deve continuar assim até o fim de março. Mais cidades da região afetada podem ter que decretar emergência”, afirmou.
No entanto, de acordo com a MetSul Meteorologia, o período de seca deve ter alívio no final de janeiro ou no início de fevereiro. A previsão é de que ocorra instabilidade no Rio Grande do Sul, o que pode, até mesmo, romper com o processo de estiagem em algumas cidades da Metade Sul, que registram o problema. Segundo a MetSul, a falta de chuva não é característica apenas do verão. Situações semelhantes a de 2011 já ocorreram, inclusive, no outono. Em 2006, a estiagem em Bagé foi agravada após o término do verão. A falta de precipitação pode voltar a ocorrer nos próximos meses.
O município de Aceguá foi o 12º a ter o decreto de situação de emergência protocolado na Defesa Civil do Rio Grande do Sul em função da estiagem que atinge a Metade Sul. Conforme dados levantados pela prefeitura, até agora os prejuízos já ultrapassam os R$ 13 milhões – R$ 9,9 milhões em lavouras de arroz e soja, R$ 1,6 milhões na bacia leiteira e R$ 1,4 milhão no gado de corte. De acordo com o Secretário da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, Daniel Pacheco de Freitas, 200 famílias que vivem na área rural de Aceguá estão sendo abastecidas com água fornecida pela Prefeitura.
No entanto, de acordo com a MetSul Meteorologia, o período de seca deve ter alívio no final de janeiro ou no início de fevereiro. A previsão é de que ocorra instabilidade no Rio Grande do Sul, o que pode, até mesmo, romper com o processo de estiagem em algumas cidades da Metade Sul, que registram o problema. Segundo a MetSul, a falta de chuva não é característica apenas do verão. Situações semelhantes a de 2011 já ocorreram, inclusive, no outono. Em 2006, a estiagem em Bagé foi agravada após o término do verão. A falta de precipitação pode voltar a ocorrer nos próximos meses.
O município de Aceguá foi o 12º a ter o decreto de situação de emergência protocolado na Defesa Civil do Rio Grande do Sul em função da estiagem que atinge a Metade Sul. Conforme dados levantados pela prefeitura, até agora os prejuízos já ultrapassam os R$ 13 milhões – R$ 9,9 milhões em lavouras de arroz e soja, R$ 1,6 milhões na bacia leiteira e R$ 1,4 milhão no gado de corte. De acordo com o Secretário da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, Daniel Pacheco de Freitas, 200 famílias que vivem na área rural de Aceguá estão sendo abastecidas com água fornecida pela Prefeitura.
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lccomunic
Em: 20/01/2011, 22:00
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