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Economia é pauta de Ana Amélia em Ijuí
Após um surpreendente resultado nas urnas, a senadora Ana Amélia Lemos esteve visitando o município ontem com uma extensa programação. Acompanhada de sua assessoria, Ana Amélia retomou a mesma agenda de visitas que havia feito no município antes das eleições. "Fui a segunda senadora mais votada em Ijuí, isso me dá uma alegria muito grande e uma responsabilidade maior ainda de representar bem não só a região Noroeste mas também as demandas do município", disse. A senadora visitou a Camera, a Cotrijui e a Unijuí. Ainda à tarde visitou o Grupo JM, antes de participar de uma coletiva de imprensa e reunião com empresários na Associação Comercial e Industrial de Ijuí (ACI).
Aproveitando a visita ao município a senadora também divulgou o nome de dois ijuienses que farão parte de seu gabinete em Brasília. Marco Aurélio Ferreira será chefe de Gabinete e Renan Arais assessor de imprensa na capital federal.
Encerrando a agenda de compromissos, Ana Amélia Lemos protagonizou um debate promovido pela Unimed Noroeste. Com o tema Os Desafios para o Novo Brasil, o painel teve ainda a participação do presidente da Unimed Erechim e Gestor de Relações Político Institucionais da Unimed RS, médico Alcides Mandelli Stumpf, do presidente da Unimed Noroeste/RS, médico Leandro Roberto Oss Zambon, e do presidente da Cotrijui, Carlos Domingos Poletto. O debate teve como mediador o professor universitário e consultor Adelar Francisco Baggio.
Em todas as suas entrevistas a tônica foram questões do âmbito econômico. A senadora falou sobre perspectivas da economia para o Brasil defendendo uma nova postura do governo federal. "Nesses últimos quatro anos nós vivemos um mar de tranquilidade. O mundo inteiro havia se recuperado da crise financeira internacional e o Brasil, graças a algumas medidas positivas que o governo adotou, está caminhando bem", comentou.
Mas, segundo a senadora, ainda há problemas. Para ela a maior deficiência do poder público não é falta de dinheiro, mas sim qualidade de gestão, já que o governo não teve o controle de um setor fundamental que são os gastos públicos. "Por conta desses gastos públicos nós podemos pagar uma conta muito salgada. Veja por exemplo o prejuízo que os erros provocados na prova do Enem representam ao dinheiro público. Essa prova do Enem que foi invalidada teve um custo de R$ 182 milhões. Outro exemplo é que o Ministério Público desvendou uma fraude de R$ 150 milhões no INSS por falhas na previdência", exemplificou.
Para Ana Amélia, o que acontece é que isso faz com que o governo perca o argumento quando quer aumentar o imposto porque ele não está controlando adequadamente a administração pública. "Hoje o contribuinte já trabalha quatro meses por ano para entregar todo o dinheiro ao governo não é pouca coisa, por isso, se a CPMF voltar a ser discutida no ano que vem, dou a garantia de que meu voto será contra esse ou qualquer outro tipo de imposto", afirmou a senadora.
Para Ana Amélia é preciso que o governo se preocupe com os gastos para que não crie um aumento maior do déficit interno e para isso tenha que manter juro alto, atraindo ainda mais dólares que estão entrando no Brasil exatamente pela remuneração que se dá ao capital estrangeiro. "Isso desvaloriza a moeda americana e valoriza a moeda brasileira, retirando a competitividade dos setores exportadores que têm na região Noroeste um grande espaço", argumentou.
Fonte e Foto: Jornal da Manhã
Autor
lccomunic
Em: 10/11/2010, 22:00

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