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Polícia divulga fotos do homem que deixou mala com parte de corpo na rodoviária de Porto Alegre
A Polícia Civil divulgou na manhã desta quinta-feira (4) imagens do homem que entregou no guarda-volumes da Estação Rodoviária uma mala com o tórax de uma mulher dentro.
A polícia ressalta que quem tiver informações sobre o suspeito pode entrar em contato com os canais do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de forma anônima.
Informações sobre o supeito: Disque DHPP
- 0800-642-0121
- 181
A imagem foi captada por câmeras da rodoviária. O suspeito está usando boné, máscara cirúrgica e luvas. Além de tentar identificar o suspeito, os policiais do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investigam se foi ele que cometeu o crime e se teve ajuda de mais pessoas.
Relembre o caso
Uma mala com parte de um corpo foi localizada no guarda-volumes da rodoviária de Porto Alegre. A descoberta foi feita por funcionários do local na manhã de segunda-feira (1º). A mala havia sido deixada há 12 dias.
No dia 13 de agosto, braços e pernas foram encontrados na Rua Fagundes Varela, no bairro Santo Antônio, na zona leste da Capital.
Na quarta-feira (4), o Instituto-Geral de Perícias (IGP) confirmou a relação entre os crimes. Laudo da perícia apontou que o tronco dentro da mala possui o mesmo material genético dos restos mortais localizados na Zona Leste.
Investigados
A polícia tem como principais suspeitos do crime o homem que deixou a mala na rodoviária, no dia 20 de agosto, e a pessoa detentora do CPF que foi informado por ele ao entregar a bagagem no guarda-volumes.
De acordo com o diretor do DHPP, delegado Mario Souza, o homem que deixou a mala na rodoviária não necessariamente foi quem matou a vítima, e acrescentou:
— Pela experiência dos investigadores, está caminhando para uma situação da vítima conhecer quem organizou o assassinato.
De acordo com Souza, policiais fazem um levantamento de mulheres desaparecidas no Estado no último ano e que sejam da faixa etária a partir de 45 anos.
Souza também destacou que os elementos apurados indicam que não seria uma ação do crime organizado:
— Os cortes são precisos, técnicos, algo que não se vê em casos envolvendo facções. Além disso, integrantes de facção não vão se expor em local com câmeras e tanto movimento. Tudo se encaminha para um crime de relação íntima, não de crime organizado, podendo até ser feminicídio.
Fonte: GZH
Autor
Maira kempf
Em: 04/09/2025, 11:15

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