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Mobilização no Taim deve durar mais 15 dias caso não sejam encontrados mais focos de gripe aviária
Agentes da Secretaria de Agricultura do Estado e do ICMBio, órgão responsável pela Reserva Ecológica do Taim, seguem com o trabalho de fiscalização e monitoramento visando encontrar novos focos de gripe aviária. A Reserva segue interditada.
A fiscalização da Secretaria de Agricultura do Estado já visitou todas as 80 propriedades privadas que fazem limite com o Taim, em um raio de 10 km de onde foi encontrado o foco da doença na última semana. Para o trabalho estão sendo usados quatro drones, cinco equipes da Vigilância, oito viaturas, um barco (em uma parceria com a Patram) e um helicóptero da Brigada Militar.
“Caso não seja encontrado nenhum novo foco o trabalho deve durar mais 15 dias pelo menos, com toda a equipe de 21 pessoas”, disse o Diretor Adjunto do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Secretaria Estadual de Agricultura, Francisco Paulo Nunes Lopes. Também estão sendo distribuidos para a população e em comércios locais, cartazes e folders explicando a situação.
Na sede administrativa da Estação há um espaço para a desinfecção de veículos e de pessoas que chegam de áreas de possível contaminação. O ICMbio também monitora a situação. Conforme o analista ambiental do órgão, Magnus Machado Severo, a mobilização constante começou antes mesmo da chegada do vírus no Uruguai.
“Já tinhamos uma rotina de monitoramento nas áreas naturais da Estação. Nesta rotina que foram identificadas carcaças de animais mortos e imediatamente acionamos os protocolos sanitários”, conta.
A suspeita é que o vírus tenha chegado dos animais que migram do Uruguai. “A fiscalização do ICMBio acontece pelo posicionamento das aves, o que chamamos de área de distrubuição”, explica. Para o trabalho, o ICMbio usa carros, drones, aeronave e cinco barcos. “Estamos usando todos os meios possíveis”, garante.
Foco de influenza aviária no RS não atinge produção e consumo
Apesar do alerta gerado com a confirmação do primeiro foco de gripe aviária na Reserva Ecológica do Taim, no Rio Grande do Sul, as condições sanitárias do Estado e a produção comercial não são afetadas. O Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA) da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) reforça que a infecção pelo vírus da gripe aviária em aves silvestres não causa impactos ao comércio de produtos avícolas. E também não há risco no consumo de carne e ovos, porque a doença não é transmitida por meio do consumo.
A detecção de foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) em aves silvestres localizadas próximas à Lagoa da Mangueira, no município de Santa Vitória do Palmar, foi confirmada na noite de segunda-feira. O local está interditado por tempo indeterminado. Ao todo, 60 aves foram encontradas mortas. É o primeiro caso no Rio Grande do Sul desde a chegada do vírus na América do Sul e no Brasil e não afeta a condição do Estado e do país como livre de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP).
Fonte: Correio do Povo
Autor
Bruno Vargas
Em: 01/06/2023, 05:54

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