Rádio
Nenhum programa no ar
Operação combate caça e comercialização ilegais de animais silvestres no noroeste do RS
Uma operação policial foi realizada nesta terça-feira (8) em Santa Rosa e em Alecrim, no noroeste do Estado, contra 11 pessoas suspeitas de caça e comercialização ilegais de animais silvestres — sendo a maioria aves e parte deles em extinção.
Cerca de 80 agentes da Delegacia de Proteção e Defesa do Meio Ambiente do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), com apoio de técnicos da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), cumpriram 12 mandados judiciais de busca e apreensão. Até 9h, 360 pássaros em cativeiro foram apreendidos.
Conforme a investigação, depois da caça ilegal os criminosos usavam laranjas: criadores legalizados e empresários, que serão responsabilizados em uma segunda etapa da investigação. Os criadores seriam usados para inserir os animais de forma ilegal no sistema de controle e monitoramento do governo federal. Os empresários eram usados para comercialização de carne obtida da caça ilegal.
A delegada Marina Goltz, do Deic, diz ainda que os investigados, também responsáveis por manterem criações clandestinas, passaram a ser alvo da polícia a partir de denúncias sobre captura suspeita de animais silvestres.
— Comprovamos que eles não só caçavam os animais, a maioria aves, e muitos deles em extinção. Havia também a posterior comercialização para pessoas interessadas, seja como animais vivos ou como produtos e subprodutos para consumo alimentício — destaca Marina.
Tráfico
Para o chefe da Divisão de Controle e Monitoramento da Qualidade Ambiental da Sema, Mateus Leal, este esquema criminoso configura tráfico de animais silvestres. Segundo ele, todos os criadores investigados são cadastrados no Sistema de Controle e Monitoramento da Atividade de Criação Amadora de Pássaros (SisPass) e o utilizam para esconder ou legalizar animais que são retirados ilegalmente da natureza.
— Os caçadores ilegais utilizam anilhas (usadas no estudo do comportamento das aves, assim como para controle de criadores de aves exóticas e silvestres) frias ou em desuso com declarações de fuga ou morte. Eles ficam girando as anilhas, ou seja, trocando as anilhas entre eles mesmos, mas sem pássaros. Com isso, conseguem um pássaro pelo qual têm interesse e utilizam a anilha para colocar um pássaro ilegal dentro do sistema — explica Leal.

Policiais em cumprimento de mandado nesta terçaPolícia Civil / Divulgação
A delegada diz que até o final da manhã vai contabilizar as apreensões. Segundo ela, estes são os animais em extinção ou em vias de extinção que eram caçados: pássaros bicudo, patativa, bico-de-pimenta, caboclinho, cardeal amarelo e pixoxó, além de paca, cutia, quati, cateto, queixada e veado-campeiro.
Os nomes dos caçadores investigados não foram divulgados.
De acordo com o artigo 29 da Lei 9.605/1998, a pena para o crime de caça ilegal é de seis meses a um ano de prisão. Denúncias sobre caça ou comercialização ilegais podem ser feitas ao Deic pelos números 0800 510 2828 e WhatsApp e Telegram (51) 98444 0606.
Fonte: Gaúcha ZH
Autor
redação
Em: 08/11/2022, 07:09

Três das quatro vítimas eram naturais de Santo Augusto. A família havia participado do velório de Franklin Santos da Silva, pai de Michele, que morreu no dia 2 de novembro, no Hospital Bom Pastor.

Renê Dorneles, de 60 anos, desapareceu após sair de sua residência no bairro Petrópolis, no dia 30 de outubro. Familiares e conhecidos pedem ajuda para obter informações sobre seu paradeiro.

Noah Pereira da Silva, morador de Novo Barreiro, estava em um automóvel que se envolveu em uma colisão com uma caminhonete e um caminhão. Outras quatro pessoas ficaram feridas.

Prefeita Lilian confirmou a medida à reportagem da Rádio Querência. Famílias atingidas devem procurar a Secretaria Municipal de Habitação para realizar o cadastro e solicitar materiais para reconstrução das residências.

Em entrevista à Rádio Querência, Lilian Fontoura Depiere informou que lonas já foram distribuídas às famílias atingidas e que uma reunião com a Defesa Civil Regional vai definir as próximas medidas

Em entrevista à Rádio Querência, Lilian Fontoura Depiere informou que lonas já foram distribuídas às famílias atingidas e que uma reunião com a Defesa Civil Regional vai definir as próximas medidas

Seu Luiz e a esposa, Odila, estavam dormindo quando a força do vento derrubou uma das paredes do quarto. A estrutura caiu para o lado de fora e, por sorte, não atingiu o casal.

Em entrevista à Rádio Querência, secretário Elias da Silva atualizou as providências adotadas pelo município, informou sobre relatos de veículos arrastados pelo vento e orientou a população a redobrar os cuidados.

A PRF afirma ainda que a Corregedoria Regional instaurou uma investigação preliminar para apurar os fatos e que o policial citado está afastado do serviço operacional


