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Agosto terá três ondas de frio alternadas com dias quentes; confira a previsão do mês
As altas temperaturas que têm marcado os últimos dias no Rio Grande do Sul, com máximas perto da casa dos 30°C , se despedem com a virada do mês. Segundo a Climatempo, agosto, que inicia na próxima segunda-feira (1º), deverá ser um mês mais frio do que julho, e os primeiros dias do mês já devem registrar temperaturas mais baixas.
Para o mês, conforme a Climatempo, estão previstas três ondas de frio pelo Rio Grande do Sul, sendo uma no final da primeira semana de agosto e duas na segunda quinzena. A tendência é de que sejam ondas de frio intenso, com risco de geada. Regiões como Alto Uruguai, Região Celeiro, Fronteira Oeste, Vale do Taquari e Vale do Rio dos Sinos devem ter temperatura abaixo da média para esta época do ano.
Apesar disso, a alternância de temperatura deverá ser uma característica do mês. Isso porque os bloqueios atmosféricos não serão tão prolongados, tendo períodos de quatro a cinco dias de tempo seco e quente, e períodos de três a cinco dias de frio. Também por conta dos bloqueios atmosféricos, de um modo geral, a tendência é que não seja tão quente quanto foi julho, em especial na metade Norte do Estado.
Chuva
Se julho foi marcado pelo maior volume de chuva na região Sul do Estado, em agosto a situação inverte: é a metade norte do Rio Grande do Sul que terá mais chuva. A razão para isso é a formação de frentes frias, aprofundamentos de áreas de baixa pressão com mais frequência, além de cavados meteorológicos.
Assim, as chuvas ficam mais regulares na parte Norte do Rio Grande do Sul e mais espaçadas na metade Sul. Ou seja, os acumulados devem ser regulares a acima da média do norte do Vale do Rio Pardo até o nordeste e norte do Rio Grande do Sul e nos Campo de Cima da Serra, incluindo a região metropolitana de Porto Alegre. Áreas como Missões, Fronteira Oeste, Campanha e Região sul devem ter menos chuva do que o esperado para o mês.
Segundo a Climatempo, as condições meteorológicas na costa gaúcha também estarão mais favoráveis para avanços de frentes frias e formação de ciclones extratropicais com mais frequência.
Fonte: GaúchaZH
Autor
Maira Kempf
Em: 28/07/2022, 11:31

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