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Primavera começa na segunda com temperaturas acima da média e pouca chuva na maior parte do país, diz Inmet
Os termômetros deverão registrar temperaturas de 1°C a 1,5°C acima da média – isso significa ter dias com temperaturas bem altas, e outros com temperaturas mais baixas ou dentro da média, o que na variação entre os três meses chega à elevação prevista, afirma o chefe da previsão do tempo do Inmet, Francisco de Assis Diniz.
Em parte do Tocantins e estados do Nordeste, as temperaturas deverão ficar de 1°C a 1,5°C acima da média. Nos estados de Minas, Bahia, Goiás e Mato Grosso do Sul, os termômetros deverão registrar cerca de 1°C acima da média. Nas demais regiões, as temperaturas ficarão 0,5°C acima da média.
Chuva na primavera
A primavera deverá ter menos chuvas do que o normal para a estação, de acordo com Diniz.
A exceção são os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que deverão receber uma frente fria vindo da Argentina e do Paraguai, trazendo chuva para as regiões no início da estação.
O fenômeno também deverá impactar nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul, porém com menor intensidade.
Em Goiás, parte do Mato Grosso e em Minas Gerais, as chuvas deverão ser irregulares e um pouco abaixo da média climatológica.
A estação se estende até o dia 22 de dezembro, quando começa o Verão, à 1h19.
Fim do inverno com recorde de calor
Na segunda (16), Cuiabá chegou a registrar a maior temperatura em 108 anos – foram 42,3°C. Desde 1911 até agora, o último recorde foi de 42,2°C, em 1940.
Os últimos dias do Inverno já apontam a tendência da próxima estação. Uma forte massa de ar quente continua sobre a região Central do país, baixando a umidade relativa do ar no Distrito Federal e nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, além de parte dos estados de Minas e São Paulo.
Goiânia chegou a registrar umidade relativa do ar de 8% na segunda-feira (16). No mesmo dia, Paraúna (GO) e Bataguassu (MS) registraram 9%; Presidente Prudente (SP), e Rondonópolis (MT) registraram 11% na segunda; e Jales (SP) e Montalvânia (MG) tiveram 11% na terça (17).
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), índices inferiores a 60% não são adequados para a saúde humana.
*G1
Autor
kempf.maira
Em: 19/09/2019, 07:01

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