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Senado aprova reforma ministerial e mantém Coaf com Guedes

Senado aprova reforma ministerial e mantém Coaf com Guedes
  Por 70 votos a quatro, o plenário do Senado aprovou o texto-base da medida provisória que reduz o número de ministérios de 29 para 22. O trecho que mantém o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) com no Ministério da Economia também foi aprovado, por 48 votos a 30. O texto vai agora para sanção presidencial.
Ao apreciar os destaques o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não fez votação nominal. Ao registrar a votação por amostragem, contou 30 senadores contrários ao texto.
Com a nova estrutura, o governo passa a ter 22 ministérios ao invés de 29. Além disso, o Coaf fica com o Ministério da Economia, comandado por Paulo Guedes. Já a Fundação Nacional do Índio (Funai) e a competência sobre a demarcação de terras indígenas está sob responsabilidade do Ministério da Justiça e Segurança, de Moro.

Como ficam os ministérios

Com o texto aprovado, o governo federal passa a ter 22 ministérios. A MP, por exemplo, extinguiu o Ministério do Trabalho, ao distribuir as atribuições a três pastas (Economia, Justiça e Cidadania).
O texto também transferiu a Cultura para o Ministério da Cidadania.Ao todo, 17 ministérios permaneceram inalterados: Casa Civil, Defesa, Relações Exteriores, Infraestrutura, Agricultura, Educação, Saúde, Minas e Energia, Ciência,Tecnologia e Inovação, Meio Ambiente, Turismo, Controladoria-Geral da União, Secretaria-Geral da Presidência, Secretaria de Governo, Gabinete de Segurança Institucional, Advocacia-Geral da União e Banco Central.

Coaf com a Economia

Criado em 1998, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) é um órgão de inteligência financeira que investiga operações suspeitas. Ao assumir a Presidência, Bolsonaro tirou o Coaf do Ministério da Economia (antiga Fazenda) e o colocou na pasta de Moro, a Justiça. O ex-juiz acabou derrotado após o Congresso Nacional devolver o Coaf à Economia.

Funai no Ministério da Justiça

A Fundação Nacional do Índio (Funai) e a competência sobre a demarcação de terras indígenas foram incluídas no Ministério da Justiça pela comissão mista e mantidas pelo plenário.No texto original, Bolsonaro deixou a Funai a cargo da pasta da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, da ministra Damares Alves, e a demarcação de terras, com o Ministério da Agricultura, comandado por Tereza Cristina.  
*GaúchaZH
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kempf.maira

Em: 29/05/2019, 07:05

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