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Entrevista: confira o que disse a diretora do IFFar sobre ameaça de atentado ao campus
Um fato atípico envolvendo o Instituto Federal Farroupilha campus Santo Augusto movimentou as redes sociais na tarde de ontem, 25.
Informações desencontradas davam a entender que um estudante teria ameaçado explodir uma bomba dentro da escola. Já era noite quando a instituição se manifestou em Nota Pública. Segundo o documento, após surgimento de rumores sobre ameaças de atentado ao Campus, a instituição acionou os familiares dos estudantes envolvidos, ambos de Crissiumal. Os alunos foram encaminhados para o Conselho Tutelar e a Polícia Federal foi acionada. O IFFar ainda esclareceu que não houve agressões físicas, tampouco feridos.
Em entrevista à Rádio Querência, a Diretora Geral do IFFar, Verlaine Gerlarch, falou que trata-se de dois alunos residentes em Crissiumal, que frequentam cursos diferentes e que alegaram estar brincando quando se referiram a estarem com uma bomba dentro de uma mala. Segundo Verlaine, a mala existia, mas dentro havia somente um notebook.
O fato ocorreu por volta do meio-dia de ontem. Nenhum tipo de agressão física ocorreu, eles não portavam nenhum tipo de arma. Após o episódio, colegas informaram que na última semana os alunos haviam sido flagrados com arma branca, “uma espécie de faca”, mas a informação não chegou até a Direção. Eles tinham problemas de convívio social, mas nunca houve nenhuma ocorrência nesse sentido, comentou Verlaine.
Os alunos envolvidos – que teriam bom comportamento e bom desempenho em sala de aula - foram afastados preventivamente, por uma semana. A Polícia Federal irá instaurar inquérito para apurar os fatos. Questionada sobre a reação das famílias, Verlaine afirmou que reagiram de modos diferentes. Ao pedirmos detalhes, ela se limitou a dizer “se mostraram preocupadas e foram orientadas para que conversassem e buscassem ajuda profissional para seus filhos”.
Nas redes sociais, muitos familiares de estudantes do IFFar se manifestaram contrários ao posicionamento da instituição, de apenas afastar os envolvidos, e defendem a expulsão. Verlaine explicou que “enquanto não se comprova nada, não existe uma prova material, não tem como fazer acusações. Devemos ter cuidado nessas acusações e se colocar no lugar ‘e se fosse meu filho’”, disse ela. Concluiu dizendo que “existe um regulamento institucional que regra a convivência discente, eles infringiram isso, e será instaurado um Processo Administrativo Interno para apurar os fatos, se for apurado e constatado a veracidade, serão aplicadas medidas disciplinares”.
Confira a entrevista!
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Autor
kempf.maira
Em: 26/03/2019, 13:14
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