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Administradora Judicial da Cotrijui divulga nota de esclarecimento após ACAISC pedir destituição dos administradores

Administradora Judicial da Cotrijui divulga nota de esclarecimento após ACAISC pedir destituição dos administradores

Na última semana o escritório Brizola e Japur Administradora Judicial e Liquidante da Cotrijui divulgou nota de esclarecimento após alegar que estava sendo alvo de “injustos e infundados ataques por parte da ACAISC – Associação de Credores, Amigos e Interessados no Soerguimento da COTRIJUÍ”. 

A associação – que realizou encontros em Santo Augusto e outros municípios - divulgou no mês de fevereiro uma petição onde afirma que a Cotrijui está sendo negligenciada pelos administradores judiciais. Após vários apontamentos de situações que comprovariam que a cooperativa não está sendo reestruturada a fim de que consiga se reerguer, a associação pede a destituição dos administradores. (Confira a notícia aqui)

Diante dessa situação, a Administradora Judicial e Liquidante da COTRIJUÍ informa que sempre primou pela discrição em sua atuação, evitando envolvimento em disputas políticas entre grupos de associados. 

No relatório, a Administradora afirma que nesse ano em que esteve à frente da cooperativa, “foram mantidas as operações da REDECOOP e arrendadas às unidades que não se mostravam viáveis, garantindo a preservação de atividades e empregos, ainda que através de outras empresas em melhores condições econômico-financeiras”. 
Além disso, que foi “realizado inventário dos grãos e distribuído o produto da venda aos agricultores que haviam depositado na condição de armazém geral, conforme critérios amplamente discutidos”. “Na cadeia da suinocultura, repassada ao arrendatário, estão quitadas as compras realizadas a partir de 29/01/2018. Quanto às compras pretéritas, foi negociado um parcelamento junto aos suinocultores”, diz a nota, que também informa que “o salário dos funcionários remanescentes foi regularizado e hoje são pagos no vencimento, algo que não ocorria há anos”. 
Ainda, “no âmbito processual, há leilão de veículos e máquinas em desuso já designado. Mais recentemente, foi entregue avaliação de imóveis não ligados às atividades fins da Cooperativa, aguardando a apreciação dos interessados, para posterior designação de hasta pública. Com os recursos destes leilões, será proposto o pagamento das rescisões dos trabalhadores das unidades arrendadas, estimadas em 6 milhões de reais” informa o material divulgado. 


A nota na íntegra você confere abaixo; 

L

Autor

lccomunic

Em: 03/03/2019, 21:00

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