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Bullying - Se preocupe com a causa e com o efeito
Diariamente a Rádio Querência aborda um tema para discutir e provocar a participação e reflexão dos ouvintes ao longo da programação do Manhã Máxima.
Nessa segunda-feira, 22, a escolha foi o Bullying, já que no último sábado foi o Dia Mundial do Combate ao Bullying. Para abordar a temática, as psicólogas Cláudia Padilha (Psicóloga da Secretaria Municipal da Educação e Cultura – SMEC) e Aline Mendonça (Psicóloga do Núcleo de Apoio a Atenção Básica – NAAB) estiveram nos estúdios.
No dicionário, bullying corresponde à prática de atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, cometidos por um ou mais agressores contra uma determinada vítima. Geralmente começa na escola, com um empurrão, apelido de mau gosto, aquela risada maldosa ou a indiferença, e termina em traumas que podem resultar em um adulto com depressão, dificuldades de relacionamentos e até suicida.
Em Santo Augusto, segundo a psicóloga Cláudia Padilha, no âmbito das escolas, as formas mais comuns são o bullying direto e indireto - xingamento e agressões físicas, e indiferença e isolamento, respectivamente.
Como prevenir? Dialogando! Pais devem conhecer seus filhos a ponto de perceberem mudanças nas atitudes – crises de choros, agressividade, não querer ir para a escola -, e professores precisam estar atentos aos seus alunos. Outro aspecto importante em relação aos pais, é que os mesmos devem dar abertura para que a criança consiga se manifestar, “se a pessoa tem uma boa base familiar e habilidade social para resolver suas condutas, não vai se abalar tanto”, disse Cláudia.
Ao identificar um caso, a orientação é para que os pais procurem a equipe escolar, para que assunto seja abordado e discutido com quem pratica o bullying e com sua família, “a família é quem dá ou deveria dar todo o suporte para as crianças, e nesse ponto é importante destacar que, tanto a vítima quanto o causador precisam de ajuda”.
Em relação aos praticantes de bullying, muitas crianças que praticam tem um histórico de agressões em casa, convivem com problemas familiares entre os pais, e aí, ao não conseguir lidar com a situação, na escola vai tentar passar para o outro, como uma válvula de escape. Por isso, a preocupação dos pais não deve ser somente se filho é vítima desse problema, mas sim, se não é um causador – e aí vale os ensinamentos de respeito às diferenças.
As psicólogas também ressaltaram que pais devem ficar atentos aos que os filhos fazem na internet, porque existe o cyberbullying - práticas de agressão moral organizadas por grupos, contra uma determinada pessoa e alimentadas via internet -, “crianças de 12 anos não tem que ter um celular sem acompanhamento dos pais”, finalizou Aline.
A dica é: não faça com os outros o que você não quer que façam com você, pratique empatia, ou seja, se coloque no lugar do outro.
Confira a entrevista abaixo!
Autor
lccomunic
Em: 22/10/2018, 21:00

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