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Confirmada a morte de menino de 12 anos em Tupanciretã por vírus H3N2
A Secretaria de Saúde de Tupanciretã confirmou, na manhã de quarta-feira, 04, a causa da morte de um menino de 12 anos por H3N2, um subtipo do vírus Influenza A. De acordo com o secretário de Saúde de Tupanciretã, Ezequiel Franceschette Cella, a confirmação foi feita pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), por meio de exames encaminhados ao Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Sul (Lacen-RS).
Segundo o secretário, não há outros casos suspeitos de Influenza A (H1N1 ou H3N2) no município. A campanha de vacinação contra a gripe em Tupanciretã atingiu 100% de cobertura em três grupos prioritários (gestantes, puérperas e idosos). Entre as crianças, 93,24% receberam a dose.
- O menino não era vacinado, infelizmente. Agora, vamos imunizar os colegas dele na escola com as doses remanescentes que temos, e vacinar também a rede familiar. Vamos ficar monitorando esse grupo que era mais próximo a ele - comentou Cella.
A Vigilância em Saúde de Tupanciretã informou, em nota, que as escolas estão sendo mobilizadas quanto à higiene e prevenção da síndrome gripal e ainda afirmou que todo o protocolo orientado pelo Ministério da Saúde está sendo seguido pela Secretaria de Saúde.
O CASO
Taylor Santos da Rocha, 12 anos, foi sepultado na tarde de terça-feira, no Cemitério Municipal de Tupanciretã. Conforme uma tia do menino, em entrevista ao Diário, ele consultou em um posto de saúde do município no dia 26 de junho, onde recebeu o diagnóstico de gripe, foi medicado e voltou para casa. Como não apresentou melhoras, na sexta-feira ele foi levado pela mãe até o plantão do Hospital de Caridade Brasilina Terra, com dor de garganta e febre, foi atendido e voltou para casa.
- Ninguém pediu um Raio X dele, nem na terça, nem na sexta-feira. No sábado, ele estava com muita falta de ar e, aí, ele baixou no hospital. A médica que examinou ele de tarde já pediu o Raio X do pulmão e suspeitou na hora que fosse H1N1. No domingo, ele piorou, e uma ambulância veio buscar ele em Santa Maria. De noite, ele foi encaminhado para Canoas, mas acabou não resistindo e morreu perto do meio-dia de segunda-feira - contou Ana Raquel Rocha, tia de Taylor, que era filho único.
NO ESTADO
O Rio Grande do Sul já contabiliza oito mortes por gripe em 2018. Os dados foram atualizados no dia 30 de junho pela Secretaria Estadual de Saúde. Foram cinco registros pelo vírus H1N1 (Influenza A), um por H3N2 (Influenza A), um por Influenza A não subtipado e um por Influenza B. Dentre os casos de mortes, apenas uma pessoa havia se vacinado. Das oito mortes confirmadas até o momento, quatro óbitos são de Porto Alegre, um de Canela, um de Gramado, um em Vera Cruz e um de Lajeado.
No Estado há cinco casos confirmados de gripe em Cruz Alta e dois em São Gabriel.
Em Santo Augusto, todas as unidades de saúde dispõem de doses da vacina para a população em geral.
Fonte: Diário de Santa Maria
Autor
lccomunic
Em: 05/07/2018, 21:00

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