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Polícia ganha mais dois meses para investigar morte da mãe de Bernardo
Após pedido feito pelo delegado Marcelo Lech, que pretende ouvir mais testemunhas após a reconstituição da morte de Odilaine Uglione, a juiza Vivian Feliciano de Três Passos autorizou a prorrogação por 60 dias do inquérito que investiga a morte da mãe do menino Bernardo.
A reabertura do caso aconteceu em maio após pedido do Ministério Público. O motivo foi uma perícia particular contratada pela família de Odilaine na suposta carta de suicídio. Conforme o perito, o documento não foi escrito por ela, e sim, por Andressa Wagner, secretária de Leandro Boldrini na época. Andressa nega.
Nesta semana, nos dias 15 e 16, o Instituto Geral de Perícias realizou a reconstituição do dia em que Odilaine teria cometido suicídio na clínica do marido, no Centro Clínico São Mateus. Participaram da Reprodução Simulada dos Fatos onze testemunhas, entre elas, Andressa Wagner, e um investigado, o médico Leandro Boldrini. O resultado da simulação deverá sair em 30 dias.
Entenda o Caso Odilaine
Conforme a polícia, Odilaine teria cometido suicídio dentro do consultório do pai de Bernardo, Leandro Boldrini, no dia 10 de fevereiro de 2010. No inquérito policial, consta que ela comprou um revólver calibre 38 pouco antes de ir à clínica. Além disso, também há o registro de um bilhete em que a secretária do médico, Andressa Wagner, entregaria ao patrão, alertando sobre a chegada de Odilaine. O processo conta com depoimentos de testemunhas que estavam na sala de espera no dia da morte e com documentos referentes a uma possível divisão da pensão a ser paga após o processo de separação do casal.
Já a defesa da família Uglione alega que houve falhas na investigação da morte da mãe de Bernardo, entre as principais, estão divergências quanto ao exato local da lesão no crânio de Odilaine; existência de lesões no antebraço direito e lábio inferior da vítima; lesões em Leandro Boldrini; vestígios de pólvora na mão esquerda da vítima, que era destra; ausência de exame pericial em Boldrini, uma carta fraudada supostamente deixada pela mãe de Bernardo e a própria morte do garoto, que configuraria um fato novo.
Entenda o Caso Bernardo
Bernardo Uglione Boldrini, de 11 anos, desapareceu no dia 4 de abril, em Três Passos. Dez dias depois, o corpo do menino foi encontrado no interior de Frederico Westphalen, dentro de um saco plástico, enterrado às margens de um rio. Foram presos o médico Leandro Boldrini, a madrasta Graciele Ugulini e uma terceira pessoa, identificada como Edelvânia Wirganovicz. Evandro Wirganovicz, irmão de Edilvânia, também foi preso acusado de participar da ocultação do cadáver. Os quatro foram indiciados e irão a julgamento.
Dpto de Jornalismo RQ
Fonte: Três Passos News
Postado Por: Ed Jùnior
Autor
lccomunic
Em: 17/12/2015, 22:00

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