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Polícia do Pará investiga esquema de prostituição comandado por gaúchos
Um suposto esquema de prostituição ilegal foi desarticulado nesta quinta-feira pela Polícia Civil do Pará. A rede de exploração sexual prometia 14 mil reais por semana para mulheres trabalharem em obras da Usina de Belo Monte, nas proximidades da cidade de Altamira. Nessa sexta-feira, foram deflagradas duas operações e pelo menos 16 pessoas foram retiradas de uma boate onde estavam encarceiradas há duas semanas. As ações ocorreram após uma adolescente de 16 anos ter feito denúncia ao Conselho Tutelar, alegando que havia fugido da boate Xingu. Segundo a polícia e o conselho, mulheres eram levadas da região Sul com a promessa de que ganhariam R$ 14 mil por semana e, ao chegar no local, eram mantidas em cárcere privado até que pagassem os custos da viagem e outras despesas, como alimentação. Na prática, a dívida nunca era paga. Dez mulheres, porém, negaram à polícia que eram mantidas em cárcere privado. No local, foram presos em flagrante dois gaúchos, um de 33 anos, natural de Cruz Alta, e outro de 20, nascido em Nova Roma do Sul. Conforme a Polícia Civil, eles seriam responsáveis pela gerência da boate, sendo que um atuava comogerente e o outro, como garçom.
Fonte: ZH
Autor
lccomunic
Em: 14/02/2013, 22:00

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