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Para a perícia, espuma que revestia boate foi principal causa das mortes
O procedimento foi aberto pelo Ministério Público em 2009, mas só em 2011 é que foi firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), determinando que o problema fosse solucionado.
Para que a alteração atendesse às expectativas da vizinhança, a promotoria ordenou que os proprietários da casa noturna contratassem um "profissional legalmente habilitado" para fazer um projeto. E fixou multa diária de R$ 200 em caso de descumprimento dessas medidas. O TAC, que não se refere à instalação de "espuma", nem menciona qualquer material do tipo, foi assinado pelo empresário Elissandro Spohr, um dos donos, pelo promotor Ricardo Lozza e pelo advogado Ricardo Luis Schutz y Castro.
Em 4 de maio de 2012, com as obras já concluídas, a promotoria solicitou ao Batalhão Ambiental da BM que enviasse uma equipe ao local para medição de ruídos.
— Não recebemos retorno e repetimos o pedido. O último foi em janeiro deste ano, mas seguimos sem um retorno — diz o promotor César Carlan, que trabalha na investigação do incêndio da danceteria.
Tudo indica que, afora o atraso na medição sonora, não houve avaliação técnica no local para analisar o tipo de isolamento utilizado - uma das causas das mortes no incêndio -, assim como a segurança e qualidade do projeto. Além disso, há informações de que Spohr teria realizado outras alterações depois disso. Carlan afirma que a fiscalização não cabe ao MP, que sequer tem técnicos especializados na área, e diz que a responsabilidade terá de ser apurada.
Fonte: ZH
Postado por Fernando Almeida
Autor
lccomunic
Em: 31/01/2013, 22:00

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