Rádio
Nenhum programa no ar
Pressionado pelo Cpers, Piratini adia votação de reajuste do magistério
A pressão exercida pela diretoria do sindicato dos professores e trabalhadores em educação do Rio Grande do Sul (Cpers/Sindicato) fez efeito. Na noite desta segunda-feira (12), o Governo gaúcho se comprometeu a não colocar em votação na terça-feira (13), na Assembleia Legislativa, o projeto de reajuste 23,5% ao magistério. A informação foi confirmada pela assessoria da Casa Civil.
Por ordem do secretário Carlos Pestana, o chefe de gabinete Flávio Hellmann se comprometeu a orientar os deputados a esvaziarem a votação do projeto de lei 15 2012, prevista na pauta da Assembleia para a terça-feira. Uma reunião marcada para a sexta-feira (16), ainda com horário indefinido, decidirá os novos rumos das negociações entre Cpers e o Governo gaúcho.
Diante da promessa do Governo, os integrantes do Cpers que ocupavam o Palácio Piratini desde o final da tarde deixaram o local. Eles reivindicavam uma audiência com o chefe da Casa Civil, mesmo sem agendamento prévio. "Estamos saindo porque temos em escrito o compromisso do Governo em adiar a votação. Abriu-se o processo de negociação. Isto que fomos buscar”, disse ao G1 a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira.
saiba mais
A presidente do Cpers, no entanto, afirma que a mobilização da categoria está mantida. Em nota pública, o Cpers afirmou que vai antecipar em um dia a paralisação nacional do magistério, marcada para os dias 14, 15 e 16 de março. “Vamos fazer uma vigília em frente ao Palácio Piratini nesta terça-feira. Vamos continuar pressionando. Queremos a retirada do projeto da Assembleia Legislativa", acrescentou a presidente do Cpers.
Em assembleia realizada em 2 de março, os professores rejeitaram a proposta de 76,68% de reajuste até novembro de 2014 feita pelo Governo do estado. A categoria decidiu exigir o pagamento integral do piso nacional do magistério ainda em 2012. O valor, fixado pelo Ministério da Educação, é de R$ 1.451,00. A contraproposta dos professores exige reajustes de 22,41% em maio, agosto e novembro.
O Piratini descarta a possibilidade de conceder o reajuste solicitado pelo Cpers, alegando que chegou ao limite orçamentário. Além disso, o governo de Tarso Genro contesta o valor do piso nacional corrigido pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Para o Piratini, o reajuste deveria ser definido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O calendário de reajuste do Governo prevê um piso R$ 1.260,00 para o magistério até 2014.
Por ordem do secretário Carlos Pestana, o chefe de gabinete Flávio Hellmann se comprometeu a orientar os deputados a esvaziarem a votação do projeto de lei 15 2012, prevista na pauta da Assembleia para a terça-feira. Uma reunião marcada para a sexta-feira (16), ainda com horário indefinido, decidirá os novos rumos das negociações entre Cpers e o Governo gaúcho.
Diante da promessa do Governo, os integrantes do Cpers que ocupavam o Palácio Piratini desde o final da tarde deixaram o local. Eles reivindicavam uma audiência com o chefe da Casa Civil, mesmo sem agendamento prévio. "Estamos saindo porque temos em escrito o compromisso do Governo em adiar a votação. Abriu-se o processo de negociação. Isto que fomos buscar”, disse ao G1 a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira.
saiba mais
A presidente do Cpers, no entanto, afirma que a mobilização da categoria está mantida. Em nota pública, o Cpers afirmou que vai antecipar em um dia a paralisação nacional do magistério, marcada para os dias 14, 15 e 16 de março. “Vamos fazer uma vigília em frente ao Palácio Piratini nesta terça-feira. Vamos continuar pressionando. Queremos a retirada do projeto da Assembleia Legislativa", acrescentou a presidente do Cpers.
Em assembleia realizada em 2 de março, os professores rejeitaram a proposta de 76,68% de reajuste até novembro de 2014 feita pelo Governo do estado. A categoria decidiu exigir o pagamento integral do piso nacional do magistério ainda em 2012. O valor, fixado pelo Ministério da Educação, é de R$ 1.451,00. A contraproposta dos professores exige reajustes de 22,41% em maio, agosto e novembro.
O Piratini descarta a possibilidade de conceder o reajuste solicitado pelo Cpers, alegando que chegou ao limite orçamentário. Além disso, o governo de Tarso Genro contesta o valor do piso nacional corrigido pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Para o Piratini, o reajuste deveria ser definido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O calendário de reajuste do Governo prevê um piso R$ 1.260,00 para o magistério até 2014.
Fonte - G1/RS
L
Autor
lccomunic
Em: 12/03/2012, 21:00
Mais lidas

Pai é indiciado após morte de menina em incêndio em Chiapetta
Investigação aponta negligência; criança de 6 anos estava sozinha em casa no momento do fogo

Brigada Militar prende homem por tráfico de drogas em Santo Augusto
Prisão faz parte da Operação Cerco Fechado

Júri de acusados por homicídio ligado a disputa política em São Martinho ocorre nesta quinta-feira
Crime ocorreu em 30 de setembro de 2016 e vitimou Roque Francisco Unser

Palmeira das Missões recebe mais de R$ 645 mil do Governo Federal para ações de resposta após temporal
Recursos federais serão destinados à Defesa Civil Nacional para atendimento emergencial no município

AME+ inaugura sede própria após quase quatro anos de atuação em Santo Augusto
Novo espaço fortalece acolhimento a crianças e mães atípicas

Pai é indiciado após morte de menina em incêndio em Chiapetta
Investigação aponta negligência; criança de 6 anos estava sozinha em casa no momento do fogo





