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Pagamento do 13º salário deve injetar R$ 5,8 bilhões
A economia do Rio Grande do Sul terá, no mês de dezembro, uma injeção de recursos decorrentes do pagamento do 13º salário, que deverá atingir um volume de R$ 5,8 bilhões. O montante é 7,9% superior ao consolidado em 2009 (R$ 5,4 bi) e representa 2,6% do PIB (Produto Interno Bruto) estadual. Os valores, que foram calculados pela Fecomércio-RS (Federação do Comércio de Bens e de Serviços do RS), tiveram por base o salário médio e o número de pessoas empregadas no Estado, e englobam os trabalhadores do mercado formal.
O estudo da Federação ainda mostra que ao menos 36% das pessoas receberam a primeira metade da parcela antes do mês de novembro. Para o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Zildo De Marchi, a expectativa dos empresários gaúchos é de que parte dessa renda seja utilizada no pagamento de dívidas, enquanto que outra parcela será destinada para o consumo, que aumenta bastante no período de final de ano, e apenas uma porcentagem menor terá como tendência poupar. “Os clientes querem sustentar seus nomes limpos, evitando deixar dívidas, para que possam voltar a ter crédito no futuro. Certamente é interessante para a população e também para os estabelecimentos que a adimplência seja mantida”, avalia De Marchi.
Conforme o dirigente, o momento traz vantagens para os consumidores e também para os lojistas. “O otimismo da população gaúcha e a confiança no ano que segue levarão a uma maior reversão do 13º salário em compras. Acreditamos que o nível de consumo a partir desse dinheiro seja maior do que em outros anos, e isso graças à capacidade de pagamento das famílias e à economia, que se mostra muito positiva”, detalhou.
O estudo da Federação ainda mostra que ao menos 36% das pessoas receberam a primeira metade da parcela antes do mês de novembro. Para o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Zildo De Marchi, a expectativa dos empresários gaúchos é de que parte dessa renda seja utilizada no pagamento de dívidas, enquanto que outra parcela será destinada para o consumo, que aumenta bastante no período de final de ano, e apenas uma porcentagem menor terá como tendência poupar. “Os clientes querem sustentar seus nomes limpos, evitando deixar dívidas, para que possam voltar a ter crédito no futuro. Certamente é interessante para a população e também para os estabelecimentos que a adimplência seja mantida”, avalia De Marchi.
Conforme o dirigente, o momento traz vantagens para os consumidores e também para os lojistas. “O otimismo da população gaúcha e a confiança no ano que segue levarão a uma maior reversão do 13º salário em compras. Acreditamos que o nível de consumo a partir desse dinheiro seja maior do que em outros anos, e isso graças à capacidade de pagamento das famílias e à economia, que se mostra muito positiva”, detalhou.
L
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lccomunic
Em: 22/11/2010, 22:00
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