Rádio
Nenhum programa no ar
Aids mata 10 mil pessoas por dia
O Serviço de Atendimento Especializado em DST/HIV/Aids (SAE), com apoio da Comic promoveu ontem palestras com a presença do frei Luiz Carlos Lunardi, que é assessor da Pastoral da Aids, do Ministério da Saúde e coordenador da Casa Fonte Colombo e falou sobre o tema Aids explicando a diferença entre HIV e Aids, prevenção, dados estatísticos do Estado e do País, além de discutir a inserção da igreja nessa questão.
Segundo Lunardi, o principal tabu hoje em relação a Aids é que se evoluiu muito em termos técnicos e científicos, mas por outro lado, não se consegue evoluir em termos de prevenção. "A Aids é uma doença que não tem cura, mas que hoje tem medicamentos, ou seja, é tratável, a pessoa pode viver com o HIV sem desenvolver a doença desde que faça o acompanhamento médico, mas são alarmantes os dados que mostram que os casos estão crescendo muito, e avaliando o Brasil, e principalmente nosso Estado, vemos que os casos estão crescendo muito e em cidades pequenas do interior", afirmou o frei enfatizando que também não se evoluiu com relação ao preconceito. "A sociedade ainda vê a Aids como uma doença que prejudica e acaba discriminando muitas pessoas, quando na verdade a Aids não apresenta outro risco de contaminação que não seja pelas vias normais que é a relação sexual, uso de drogas injetáveis e transfusão de sangue não testado", explica Lunardi.
Lunardi apresentou dados assustadores que mostram que no mundo existem hoje 33 milhões de infectados, são contabilizadas 14 mil novas infecções por dia e 10 mil mortos por dia. "Nenhuma outra doença, ou nenhuma guerra que já existiu matou tanto quanto mata a Aids", comparou enfatizando que no Brasil são em torno de 640 mil casos, e dessas 270 mil já desenvolveram a doença e tomam medicamento, mas segundo o Ministério da Saúde, cerca de 40% têm o HIV mas não sabem. "No Brasil se considera uma epidemia estabilizada, porém no RS é uma epidemia que cresce por vários fatores, o que torna ainda mais importante que qualquer trabalho para tentar diminuir esses casos", afirma.
Para ele, é preciso insistir em minimizar os comportamentos de risco que proliferam a transmissão do HIV. "Também é importante que todos façam o teste para descartar a existência do vírus, porque se falando em Aids, todos nós somos vulneráveis", disse.
Maria Celina Freitas destacou que é importante que a comunidade conheça os dados da incidência da Aids, além de esclarecimentos sobre a doença. "São informações que fazem com que essas pessoas sejam multiplicadoras desse conhecimento, para que cada vez mais as pessoas estejam cientes do problema", disse.
Segundo Lunardi, o principal tabu hoje em relação a Aids é que se evoluiu muito em termos técnicos e científicos, mas por outro lado, não se consegue evoluir em termos de prevenção. "A Aids é uma doença que não tem cura, mas que hoje tem medicamentos, ou seja, é tratável, a pessoa pode viver com o HIV sem desenvolver a doença desde que faça o acompanhamento médico, mas são alarmantes os dados que mostram que os casos estão crescendo muito, e avaliando o Brasil, e principalmente nosso Estado, vemos que os casos estão crescendo muito e em cidades pequenas do interior", afirmou o frei enfatizando que também não se evoluiu com relação ao preconceito. "A sociedade ainda vê a Aids como uma doença que prejudica e acaba discriminando muitas pessoas, quando na verdade a Aids não apresenta outro risco de contaminação que não seja pelas vias normais que é a relação sexual, uso de drogas injetáveis e transfusão de sangue não testado", explica Lunardi.
Lunardi apresentou dados assustadores que mostram que no mundo existem hoje 33 milhões de infectados, são contabilizadas 14 mil novas infecções por dia e 10 mil mortos por dia. "Nenhuma outra doença, ou nenhuma guerra que já existiu matou tanto quanto mata a Aids", comparou enfatizando que no Brasil são em torno de 640 mil casos, e dessas 270 mil já desenvolveram a doença e tomam medicamento, mas segundo o Ministério da Saúde, cerca de 40% têm o HIV mas não sabem. "No Brasil se considera uma epidemia estabilizada, porém no RS é uma epidemia que cresce por vários fatores, o que torna ainda mais importante que qualquer trabalho para tentar diminuir esses casos", afirma.
Para ele, é preciso insistir em minimizar os comportamentos de risco que proliferam a transmissão do HIV. "Também é importante que todos façam o teste para descartar a existência do vírus, porque se falando em Aids, todos nós somos vulneráveis", disse.
Maria Celina Freitas destacou que é importante que a comunidade conheça os dados da incidência da Aids, além de esclarecimentos sobre a doença. "São informações que fazem com que essas pessoas sejam multiplicadoras desse conhecimento, para que cada vez mais as pessoas estejam cientes do problema", disse.
L
Autor
lccomunic
Em: 21/11/2010, 22:00
Mais lidas

Lula sanciona lei que prevê perdão de dívidas e aumento do teto de faturamento dos MEIs
Pacote anunciado às vésperas do segundo turno também inclui o chamado Pix MEI, com crédito de até R$ 5 mil e linha para renegociação de débitos bancários

RS tem 18 concursos públicos com inscrições abertas; salários chegam a R$ 15 mil
Oportunidades contemplam todos os níveis de escolaridade; veja a lista

Abertura da colheita do trigo é realizada em Cruz Alta e destaca força da triticultura gaúcha
Evento valorizou a importância da cultura para a economia regional e para o abastecimento da cadeia de alimentos







