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Estado tem média de um taxista assassinado por mês em 2010
Desde o início de 2010, nove taxistas foram assassinados em ações criminosas no Rio Grande do Sul, um deles na Capital. Com a morte de Rodrigo João Santos Alves, de 31 anos, baleado no sábado, num assalto na zona Sul de Porto Alegre, o Estado já tem, em média, um óbito por mês de profissionais da categoria, que arriscam a vida em noites e madrugadas de escasso policiamento. Nesta segunda-feira, o corpo de Rodrigo é velado no Cemitério São Miguel e Almas, sob a comoção de dezenas de colegas que, mais cedo, realizaram um cortejo fúnebre.
O assassinato revoltou a categoria na Capital. Através da comunicação via rádio, dezenas de taxistas foram até o Palácio da Polícia e o Hospital de Pronto Socorro. Eles bloquearam as avenidas Ipiranga e Venâncio Aires para reivindicar segurança entre a noite de sábado e a madrugada de domingo. “Um dos grandes problemas, hoje, em Porto Alegre são as abordagens da Brigada Militar, que em geral são feitas apenas no motorista do táxi e não no passageiro”, afirmou um profissional, que pediu para não ser identificado.
Os motoristas também reclamaram da atuação dos sindicatos que representam a categoria. “Temos mais de uma entidade, mas elas não pressionam as autoridades como deveriam para exigir mais policiamento”, afirmou um profissional que pediu para ter a identidade preservada. O presidente da Associação Nacional de Famílias de Taxistas, Luis Adriano Mesquita Soares, que acompanhou as manifestações, reconheceu a dificuldade. “Precisamos de um sistema técnico, como, por exemplo, a instalação de micro-câmeras nos veículos."
Autor
lccomunic
Em: 26/09/2010, 21:00

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