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Sete jovens morrem no trânsito gaúcho em menos de oito horas
O trânsito do Rio Grande do Sul registrou em menos de oito horas sete mortes de jovens por acidente. O primeiro ocorreu em Três de Maio. Por volta das 23h de ontem, um Vectra e um Logus bateram de frente na altura do quilômetro 32 da rodovia Três de Maio-Horizontina (ERS-342).
Em pelo menos um dos carros havia estudantes de uma universidade da região. Claudicir Stiegelmaier, de 28 anos, e Robson Wollmuth, de 22, morreram no local. Outra vítima, ainda não identificada, morreu nesta manhã no hospital. De acordo com a policia, a causa do acidente seria por causa de uma ultrapassagem malsucedida. Mais três pessoas ficaram feridas com a colisão.
O segundo acidente aconteceu em Picada Café, por volta das 4h desta sexta-feira quando um automóvel Celta saiu da pista e capotou na altura do quilômetro 213 da BR-116. Três jovens morreram. As vítimas são Djordan Wazlawosky, 21 anos, Guilherme Brito Lopes, 21 anos e Rafael Lopes Drum, de 18 anos.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o condutor e proprietário do carro, Pablo Ghesla Enzweiler, de 20 anos, estaria alcoolizado. Ele sofreu apenas ferimentos leves. Os jovens eram amigos e voltavam para Gramado depois de participar de uma festa em no município de Dois Irmãos.
A última morte registrada no trânsito gaúcho ocorreu na Capital. Andrigo Ribeiro Vargas, de 22 anos, vinha em alta velocidade pela avenida Cristovão Colombo e não conseguiu vencer a curva na entrada para a Avenida Alberto Bins. Ele perdeu o controle do Ford Fusion e bateu no poste. Há suspeita de que ele e o carona estivessem disputando um racha com outro veículo.
Opinião de especialista
Conforme o especialista em segurança viária e análise de acidente Mauri Panitz as condições dos três motoristas eram favoráveis para um acidente. No caso de Três de Maio, Panitz alerta para duas possibilidades: o sono e a pressa. No primeiro, segundo ele, lapso de atenção e rápidos cochilos podem acontecer o que pode gerar erro na avaliação de profundidade do condutor na hora de uma ultrapassagem.
— Já a pressa leva a atitudes imprudentes. Ainda mais a noite, quando um erro de avaliação de distância tem mais facilidade para acontecer — declara o especialista.
Nos outros casos, o acidente é o resultado mais provável da combinação entre bebida e direção, ressalta Panitz. De acordo com ele, a capotagem de Picada Café é um típico caso causado pelo excesso de álcool.
— Embriagado, o motorista tem o tempo de percepção atingido e leva mais tempo para tomar decisões.
Outro fator levantado por Panitz é o cansaço.
— Devido a hora em que ocorreram os acidentes, além da bebida, a sonolência também afeta fortemente o organismo. O próprio corpo cobra da pessoa, pois esse era o momento de estar dormindo, e não acordado e embriagado.
Fonte: CLICRBS/ZEROHORA.COM
Autor
lccomunic
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