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Jerônimo defende suspensão da resolução 281/2008 do DENATRAN
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O deputado Jerônimo Goergen (PP) manifestou, durante audiência nesta quinta-feira (25) na Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa, ser favorável a suspensão da resolução 281/2008 do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN). A resolução determina a obrigatoriedade de registro e emplacamento de tratores, colheitadeiras e pulverizadores motorizados que trafeguem fora da propriedade rural e tem previsão de entrada em vigor no próximo dia 1º de julho. Não são poucos os prejuízos que acontecerão aos agricultores, como por exemplo a necessidade de cobrança de taxas de registro e emplacamento. Isto sem falar da obrigação de fazer a carteira de motorista e documento de transferência do veículo. “Esta obrigação só trará dificuldades ao agricultor, já que ele não utiliza o equipamento para passear e sim para trabalhar”, diz o deputado Jerônimo Goergen. “ Isto não pode prosperar porque os ônus irão se acumular. Não há necessidade desta medida, afinal até hoje mantemos atividades regulares no meio rural, com o trânsito normal destes equipamentos”, diz José Francisco Cândido. Em contrapartida, o parlamentar propõe a criação do cadastro dos veículos utilizados no meio rural, sem custo e vinculado à Secretaria de Segurança Pública, como forma de auxiliar no combate à criminalidade no campo no RS. A proposta foi apresentada no relatório final da Comissão Externa da AL-RS para o levantamento da criminalidade no campo, realizada em 2009 e presidida por Jerônimo, para garantir um rastreamento dos veículos utilizados em propriedades. O texto final apresentou proposta de cadastro baseada no “Tratorsenso”, projeto já em vigor com sucesso no Estado de Goiás, que consiste no cadastro vinculado a uma central de informática para verificação de propriedade de veículos e também para evitar furtos e roubos. |
A diferença é que a proposta do DENATRAN propõe o emplacamento de veículos para o meio rural e a nossa, do cadastramento, é uma forma de proteção ao proprietário. “ Por vezes você tem um agricultor que necessita levar um trator a uma oficina na cidade ou atravessar de uma propriedade para outra. O emplacamento burocratizaria todo este processo do manejo do meio rural e acaba não sendo cumprido pelo agricultor. No entanto, conforme manifestação favorável da Fetag, para a diminuição da criminalidade no campo é preciso sim haver um cadastro com um número sendo conferido aos equipamentos e esta foi nossa sugestão apresentada. É algo importante, pois permite que seja realizado o controle de cada máquina que opera em diferentes propriedades, para evitar o furto da mesma. “, avalia Jerônimo.
Autor
lccomunic
Em: 24/03/2010, 21:00

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