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Dono de lotérica e funcionária são indiciados por bolão premiado não registrado
Má-fé ou falta de atenção?Para o delegado Clóvis Nei da Silva, que investiga o caso do bolão sorteado da Mega-Sena que não foi registrado, em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul a resposta é a primeira opção.Ele indiciou o dono da agência lotérica, José Paulo Abend, e a funcionária Diane Samar da Silva, responsável pelo registro das apostas no sistema da Caixa Econômica Federal.O delegado concluiu que houve intenção de obter vantagem indevida por parte de Abend ao não registrar a aposta.Disse que ele teve intenção de lucrar abusivamente com o episódio. Os indiciados foram citados no artigo 171 do Código Penal, crime de estelionato. A pena pode chegar a cinco anos de prisão.Um grupo de 36 pessoas comprou cotas de um bolão da Mega-Sena e as seis dezenas foram sorteadas, mas a Caixa informou que o prêmio havia acumulado. Descobriram que o jogo não havia sido registrado. O delegado informou que o ganho do empresário com o bolão passava dos 300 reais por aposta.
Autor
lccomunic
Em: 23/03/2010, 21:00

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