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Emergência é limpar ruas tomadas por cadáveres, diz presidente haitiano
Sem sequer saber onde vai dormir, o presidente do Haiti disse na noite desta quarta-feira que a maior emergência é limpar as ruas tomadas por cadáveres. René Préval embargou a voz lamentando não haver hospitais — muitos desmoronaram, outros estão lotados — para atender milhares de feridos pelo terremoto que assolou o país.
Cenário é de guerra no país caribenho
É um resumo da desgraça provocada por um tremor de 7,3 graus na escala Richter que, nesta terça-feira, matou dezenas de milhares de pessoas e atingiu pelo menos 3,5 milhões. A morte de dois militares gaúchos que, em meio à miséria do Haiti, serviam às forças de paz da ONU, foi confirmada pelo Exército. Outros 10 brasileiros também morreram no tremor de 7,3 graus na escala Richter — entre eles a missionária Zilda Arns, 73 anos.
Durante toda quarta-feira, centenas de populares ainda se amontoavam pelas ruas de Porto Príncipe, a capital do Haiti. O cenário era dominado por escombros de prédios destruídos, além de corpos cobertos por lençóis empoeirados. Com a ajuda de amigos e familiares, milhares de feridos eram transportados em busca de assistência médica.
Brasil pretende coordenar ajuda humanitária
A catástrofe no Haiti mobilizou uma força-tarefa de solidariedade por todos os cantos do mundo. O ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, anunciou a maior ajuda financeira da história do país: US$ 15 milhões serão repassados ao Haiti nos próximos dias.
À noite, em conversa com o colega americano Barack Obama, o presidente Lula propôs que o Brasil coordene o trabalho de ajuda humanitária. O governo brasileiro ainda estuda o envio de mais soldados ao Haiti, que se juntariam às tropas lá instaladas para ajudar no resgate das vítimas e na reconstrução das regiões mais afetadas.
Por enquanto, a mais expressiva contribuição partiu do Banco Mundial, que promete US$ 100 milhões ao Haiti.
Gaúchos entre as vítimas
O tremor ocorreu às 16h53min (19h53min em Brasília) desta terça-feira, com epicentro a 16 quilômetros de Porto Príncipe. Natural de São Gabriel, o tenente gaúcho Bruno Ribeiro Mário chegaria a Santa Maria no sábado, mas foi morto pelo terremoto. Completaria 27 anos em fevereiro.
O cabo Douglas Pedrotti, nascido em Cruz Alta, também morreu na tragédia. Para divulgar informações sobre brasileiros no país caribenho, o Itamaraty divulgou telefones com funcionamento 24 horas.
Zilda Arns morre em missão
A mais popular entre as vítimas brasileiras é a pediatra e sanitarista Zilda Arns. Fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança — e também da Pastoral da Pessoa Idosa —, a catarinense era conhecida por iniciativas solidárias no Brasil e em países pobres como o Haiti, uma nação marcada por miséria e conflitos políticos. Seu corpo deverá ser transportado na quinta-feira para o Brasil.
Segundo o presidente haitiano, entre os mortos também está Hedi Annabi, o chefe da missão de paz da ONU que os militares integravam. Ao todo, a ONU confirma 14 mortos de sua empreitada diplomática — 10 são brasileiros.
OS DEPOIMENTOS
>> Mulher de militar gaúcho relata desespero do marido durante o terremoto
>> Missionária de Santa Maria conta o horror e o trabalho com Zilda Arns
>> "O prejuízo é inestimável", diz adida cultural da embaixada do Haiti.
Fonte: Zero Hora/ Clic Rbs
Autor
lccomunic
Em: 13/01/2010, 22:00

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